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terça-feira, 22 de novembro de 2011

Crase

A prova de amanhã, de Português, será sobre crase.
Existem certas frases que teremos o a com o sinal da crase (à) e em outras que teremos sua ausência, por motivos especificados pelas regras de gramática.
É possível, e talvez até mesmo com muita facilidade, confundir aonde esta crase será posta.
Afinal, existem diversos tipos de regras. Temos também o a como artigo, preposição ou pronome pessoal do caso oblíquo. 
As regras podem variar muito, sendo facultativas ou não.
Confira esse resumo básico e simples sobre o assunto.
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CRASE
Crase, antes de tudo, é a junção entre dois as: preposição+artigo. 
Quando se usa crase:
palavra feminina que admite artigo
obrigatória na frente de locuções em si (prepositivas, adverbiais, etc)
antes de indicação de horas

Quando não se usa crase:
antes de pronomes pessoais 
antes dos pronomes demonstrativos essas/estas

Dica: faça substituições
Quando permanece em dúvida se usa crase ou não, utilize essas técnicas:
Ela foi a escola
Substitua o a por "para a" (por quê? lembre-se que a composição da crase é a+a, em artigo e preposição, e em para a apenas é substituído a preposição). Assim ela foi para a escola. Como percebe-se que o sentido continua o mesmo, então utiliza-se crase.
Outro modo útil é substituir a palavra que vem logo após o a por uma palavra masculina e fazer alterações. Ou seja: Ela foi ao colégio. Por ter ficado "ao", isto significa que tem crase. Se no lugar do a ficou o artigo o, significa que é apenas artigo e não crase.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Português: classificando orações e períodos

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Introdução:
Qual a principal diferença entre frase e oração? Bem, enquanto a frase precisa apenas ter sentido completo, a oração precisa necessariamente de verbo. Como vimos anteriormente, as orações possuem os termos essenciais (sujeito e predicado), termos integrantes e acessórios.

Períodos:
Existe o período simples, o qual existe apenas um verbo, e o período composto, que, possuindo mais de um verbo, possui duas ou mais orações. Os períodos compostos, por vezes, costumam apresentar conjunções, e então esta é uma forma de classificar as orações. Elas são consideradas coordenadas e subordinadas. Existem também classificações específicas para as orações coordenadas:


ORAÇÕES COORDENADAS - sindéticas
são aquelas que, mesmo estando em uma oração de período composto, caso resolvam separar as orações, elas permanecem possuindo sentido completo, e desta forma são chamadas de independentes; (explicação sobre coordenadas) as orações assindéticas, além disto, possuem conjunções, e poderão ser classificadas em:

coordenadas aditivas
são aquelas que dão sentido de adição
e, nem, mas também, mas ainda, etc.

coordenadas explicativas
sentido de explicação
porque, pois, que

coordenadas conclusivas
dão sentido de conclusão
portanto, por isto, logo, então

coordenadas adversativas
apresentam uma adversão, uma ideia contrária, em relação à ideia anterior
mas, porém, todavia, entretanto, contudo

coordenadas alternativas
demonstram alternância
ora...ora, ou...ou, quer...quer

ORAÇÕES COORDENADAS - assindéticas
as coordenadas sindéticas, mesmo estabelecendo o sentido completo, por serem coordenadas, elas não possuem conjunções; observe:
Ela se mudou, viajou
caso a oração acima fosse transformada em uma oração coordenada sindética, ela teria uma conjunção; observe:
Ela se mudou, porque viajou (coordenada sindética explicativa)
Ela se mudou e viajou (coordenada sindética aditiva)
Ela se mudou, então viajou (coordenada sindética conclusiva)
e entre outras orações.

*Em relação as orações subordinadas, o resumo estará no blog mais tarde.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Escrevendo um livro...




...Em um curto espaço de tempo
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As ideias para os livros dos grupos já foram desenvolvidas, em sua maior parte, e agora as grupos terão de terminar o livro e entregá-lo até o final de setembro. Ou seja, apenas mais duas semanas.
E então, fica a pergunta: como escrever um bom livro em um curto espaço de tempo?

Para escrever um livro é necessário, sobretudo, de atenção. Normalmente, é possível visualizar muitos erros quando você não escreve adequadamente, e estes erros poderão ser evitados. Erros ortográficos e de pontuação, poderão ser facilmente arrumados depois da correção da professora, mas, por outro lado, o grupo irá usufruir de um maior espaço de tempo. Por isso, em suma, evite essas pequenas falhas.
Pior do que erros ortográficos ou de acentuação, são os erros de concordância. E isso ocorre, principalmente, quando há falta de atenção. Além disso, a repetição de palavras - por exemplo: Era um dia ensolarado no dia 15 de setembro. No dia 15 de setembro, duas meninas passeavam pela cidade ensolarada. Às 4 da tarde do dia 15 de setembro, encontraram suas amigas que vestiam roupas curtas por causa do dia ensolarado - é obviamente causada por falta de atenção. Ou então isso normalmente acontece quando o autor pretende enrolar o texto mais não consegue. Agora:



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            dicas para os grupos
1º - Em vista que temos apenas duas semanas, discutam com os respectivos grupos quantos capítulos, aproximadamente, haverão para construção da história. Assim isso facilita os próximos a escreverem os capítulos. Além disso, lembrem-se que cada um precisará escrever, ao mínimo, um capítulo, pois essa será a forma de avaliação principal do objetivo D3 (o livro).
2º - Se pretendem fazer dentre 15 ou 20 capítulos, ou se estão realmente atrasados na escrita, é bom se adiantar. Por exemplo, em uma semana, 3 participantes escreverão os capítulos 4, 5 e 6, e na outra os capítulos 8, 9, 10.
3º - Caso nem isso ser algo suficiente, é aconselhável que se marque um dia onde o grupo desenvolva os capítulos.
4º - Lembramos que, além da escrita, são necessárias também as ilustrações, as quais serão escaneadas nas próximas aulas.


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           desenvolvimento nos encontros


1º - Como fazer com que os encontros rendam? Todos do grupo precisam, de certa forma, colaborar. Enquanto três, por exemplo, podem estar desenvolvendo o capítulo 4, outros dois já podem fazer o capítulo 5, e o restante pode estar discutindo outros pontos que ainda não foram definidos.
2º - Em resumo, dividam as tarefas, proponham e argumentem as suas ideias.



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           escrevendo um livro em grupo...

1º - Diferentemente de escrever um livro sozinho, escrever um livro em grupo pode levar mais tempo e ser mais complexo. Isso porque as ideias devem ser definidas em grupo, discutidas, levantadas. E é por esse motivo que escrever um livro em grupo é mais complicado: não são todas as suas ideias que serão aceitas.
2º - Depois de tantos encontros e conversas, a maior parte do livro já foi definida. E isso significa que, dentre todos os conflitos, deve haver um principal. E também, dentre os muitos temas, deve haver um principal. Assim, com o tema/conflito "anotados" é mais provável que os grupos não se desviem da história por completo.
3º - Dependendo de seu gênero textual, é claro que não poderão ser acrescentados todos os objetos, personalidades e diálogos como gostariam. No caso de ficção-científica, é possível abusar. Porém, é necessário lembrar que a ficção-científica surge de uma hipótese científica, ou seja, algo que, para alguns cientistas, fará parte do desenvolvimento humano nos próximos anos/séculos. Já em aventura, a imaginação é mais limitada; assim, não é possível haver ficção demais: carros muito desenvolvidos, cidades, estados, países, e até mesmo planetas não existentes, por exemplo. Lembrem-se de revisar se tudo o que foi escrito, de alguma forma seria possível para um personagem real - uma forma simples de saber se a escrita está indo para o caminho certo.
4º - Utilize palavras complexas, e varie entre diálogos e a narração em si - apenas diálogo, ou apenas narração não torna o texto algo "legal" de ser lido. Faça com que os personagens realizem viagens, passeios; ou então que ocorrão mortes, ameaças de assassinato, etc. É possível perceber que, cada livro em si possui uma forma diferente de contar a história. E, além disso, é notável também que alguns autores conseguem fazer com que você não pare de ler. Baseie-se nisso também para a construção da história.



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           eu quero enrolar

1º - Não é legal para o leitor ler um livro de poucas páginas pelo fato de não haver detalhes suficientes. Formas fáceis de "enrolar", podem ser:
  •  acrescente detalhes suficientes  - detalhes sobre as vestimentas, a expressão facial, os lugares onde os personagens se encontram, etc. Lembre-se que o leitor não tem a mesma perspectiva do autor, que sabe realmente mais sobre a história; faça o possível para que ele entenda com facilidade. Detalhes demais também, devem ser banidos quando o caso é causar mistério: deixar o diálogo misterioso ou poupar detalhes de quem está realizando um diálogo podem ser formas simples de prender o leitor.
  • desenvolva mais capítulos - outra opção pode ser, basicamente, desenvolver mais capítulos. E isso não significa apenas "aumentar" a história. Isso pode significar também capítulos em lugares diferentes, ou então duas visões diferentes narrando a história - por exemplo, de um lado o vilão em primeira pessoa e do outro o mocinho. Um exemplo disso pode ser em Amanhecer, aonde os capítulos se dividem entre Bella e Jacob. É uma forma legal de mostrar ao leitor o sentimento de cada personagem, os dois lados de cada um.
  • faça mais diálogos - Fazer mais diálogos pode ser uma forma bastante simples de adicionar mais páginas ao seu livro. E isso também pode facilitar a compreensão do leitor. Porém, diálogos demais, sem poucas explicações nem sempre são algo bacana (como explicado acima); mas pode também ser um recurso utilizado para causar mistério.

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           como causar mistério

1º - O mistério é algo essencial ao desenvolver um livro. O suspense faz com que o leitor permaneça lendo, ou que ele apenas goste suficientemente do livro para terminá-lo. Um livro que é enrolado apenas pelo fato de ter muitas páginas, contendo poucos detalhes e muitos diálogos, por exemplo, nem sempre é um bom livro. O leitor gosta que algo aconteça, e fazer com que muitos conflitos se desenvolvam frequentemente é importante.
2º - Mistérios demais, também, tornam um livro "um saco". Enquanto o leitor espera apenas para resolução de um problema, acontecem sempre mais e mais sem que o primeiro seja resolvido. Além disso deixar absolutamente tudo para ser solucionado apenas no final não é uma boa forma de prender o leitor. Alguns, por um lado, poderão gostar, mas também há controvérsias.
3º - Assim, sem ter mistérios abundantemente ou poucos demais, deixe no meio termo. Mistérios podem ser: diálogos sem muitos detalhes (sobre um objeto/pessoa, mas que falam a respeito; por exemplo: - e então, encontrou o que eu lhe pedi? - sim, foi posto no lugar exato onde o senhor mandou. - bom trabalho, bom trabalho...); mudanças de lado de personagens, etc.
4º - Faça com que o leitor veja a verdade apenas pelo lado do personagem principal. Isso acontece em grande parte dos livros, o qual, mesmo quando ele está errado, ele convence propriamente os leitores de que ele está certo. E essa pequena confusão de fatos, aonde podem acontecer explicações abruptadas, o leitor fica encabulado e continuará, provavelmente, a ler o livro em questão.

Lembramos que os livros poderão ser lidos publicamente - de uma forma que ainda não foi discutida. Faça com que o seu livro torne-se uma boa produção, apresentando todos os detalhes necessários, sem deixar o livro cheeeeeio de detalhes ou resumido demais. Tomem sempre cuidado para que não fujam do objetivo principal e das "regras" para os determinados gêneros textuais.


                                     

domingo, 15 de maio de 2011

Retomando: obj. B1 de PORTUGUÊS

O objetivo de Português, B1, foi aqui selecionado porque não foi pouca gente que ficou de recuperação neste último trimestre, e então resolvemos criar um post para retomar este conteúdo.
“Compreender os recursos figurativos, por meio da interpretação, para qualificar a produção de gêneros “recital” e “conto”, priorizando o uso dos diferentes predicados e termos da oração.”
Acreditamos que a maior dúvida mesmo foi em relação ao sujeito e predicado, transitivo e intransitivo. Portanto, não falaremos de recursos figurativos aqui, já que temos o conteúdo completo do assunto. (clique aqui para visualizar)
Como aprendemos no ano passado, há dois tipos de predicado: verbal e nominal, e foi recém-acrescentado, no conteúdo, o verbo-nominal neste primeiro trimestre.
Vamos entendê-lo melhor:

VERBAL – há apenas um núcleo no predicado, que é o verbo de ação.
Ela saiu de casa
NOMINAL – aquele que o núcleo do predicado é o predicativo (adjetivo); é considerado o núcleo pois deixa mais explícito o estado da pessoa do que o próprio verbo. Possui verbos de ligação.
Ela estava triste
VERBO-NOMINAL – aquele que, em resumo junta os dois anteriores. Por este motivo, tem dois núcleos, pois o verbo e o predicativo mostram-se importantes. Verbos de ação.
Ela saiu de casa + Ela estava triste = Ela saiu de casa triste

As considerações entre a predicação verbal são, claramente, apenas utilizado para classificar verbos de ação. Por esse motivo, ao encontrar um verbo de estado o consideraremos “de ligação”.
[ imagem 1 – legenda: O esquema acima representa, basicamente, como classificamos os verbos]

O esquema acima representa,
basicamente, como classificamos
os verbos (predicação verbal);
Os verbos intransitivos, portanto, são aqueles que não possuí complemento. O complemento, na realidade, é um objeto (dica: normalmente é uma preposição,  pronome, e logo depois um substantivo).
Assim, os verbos transitivos são aqueles que possuem complemento, pois por si só não fazem sentido completo. Por exemplo, telefonou (quem telefonou?) e comprou (o que comprou?). E eles são então classificados como "direto" ou "indireto". Isso depende do que são acompanhados. Observe:
DIRETO - os objetos diretos são aqueles que não possuem preposição.
           INDIRETO - são os objetos que possuem preposição (o contrário de direto) e podem possuir contração ou combinação, estudas (assim como preposições) no ano passado. Por exemplo:
                  desse = de (preposição) + esse (pronome demonstrativo) = contração
      
Caso ainda tenham dúvidas de preposição, aqui há a opção de impressão, para ser colada no caderno ou caderno de estudos.




Bem, qualquer coisa, e-mail para baocontato@hotmail.com!





sábado, 16 de abril de 2011

Português: Verbos transitivos e intransitivos

Já estudamos muitas vezes os verbos anteriormente. Nos adequamos à regrinhas para descobrir quem é o sujeito na sintaxe; já trabalhamos o verbo em vários formatos: no pretérito, no futuro, no presente.
Afinal, verbos transitivos e intransitivos, particularmente, ainda não foram estudados. E, portanto, qual a significância de isso tudo? Realmente, isso faz alguma diferença? Para que ele serve? Como irei utilizá-lo em Língua Portuguesa?
As respostas para tais perguntas poderão ser encontradas no resumo a seguir.

VERBOS INTRANSITIVOS
Os verbos intransitivos, dentre outras formas para caracterizá-lo, pode ser considerado o verbo mais “simples” que podemos encontrar. Em relação às regras, é aquele que não precisa, necessariamente, de complemento – mas não significa que você não possa colocá-lo – e, então, alguns exemplos:


Com os exemplos acima, podemos melhor observar e interpretar o significado em relação à Língua Portuguesa, que atualmente estamos aprendendo.
O verbo dormir e deitar, por si só, já possuem concordância com o texto; não há falta de coerência, pois podemos, mesmo sem complemento, interpretá-los.

VERBOS TRANSITIVOS
O contrário de verbos intransitivos: precisam, necessariamente, de um complemento, para fazerem sentido completo – portanto, DEVEM ter complemento.
Observe o exemplo abaixo:
A garota sorriu. Enviou.
Se não soubermos basicamente ou contexto, e mesmo em relação à oração, não entendemos perfeitamente o que a garota “enviou”. Afinal, ela pode ter enviado uma carta, um livro, um bilhete, um e-mail, entre outros, e portanto, é necessário saber o quê exatamente, foi enviado.
A garota sorriu. Enviou o presente.
Se estiver na oração o exemplo acima, apenas, significará um verbo transitivo direto, pois não precisa de uma preposição (o complemento da oração “Enviou o presente” é “o presente”).
Podemos melhor avaliá-la, e sabemos que falta algo: já entendemos que ela enviou o presente, mas ainda não sabemos para quem ela enviou.
Assim:
A garota sorriu. Enviou o presente para amiga.
Agora, em fim, encontramos o sentido completo na oração. Se o complemento utilizado fosse APENAS “para amiga”, teríamos um verbo transitivo indireto, por precisar de uma preposição*. Porém, como o caso é outro – leiam atentamente os parágrafos de explicação, para quem não entendeu -, pois precisamos de dois complementos, para melhor entender o contexto no qual o verbo foi empregado. Observe a imagem para melhor compreender:



→ *Como vocês puderam observar, para saber perfeitamente este conteúdo, você precisa saber as preposições. Afinal, quando não se sabe, como saber se é verbo intransitivo direto ou indireto? Pensando que, provavelmente os estudantes não se lembrariam neste conteúdo já aprendido em si, formulamos uma pequena tabela, para facilitar a sua aprendizagem:



Fizemos esquemas e explicações em imagens, não apenas para facilitar sua leitura. Se quiser, basta imprimi-lo, copiando e colando no Word. É uma forma básica de estudo, e mais uma forma aprimorar este conhecimento específico de Português. Porém, novamente dizemos que o blog não apresenta o conteúdo específico. Ele está presente, claro, mas em uma forma mais clara, mais direta e mais objetiva – portanto, mais resumida – e assim salientamos a importância de estudar, não apenas pelo blog, mas também pelo livro (p. 60 – 65) assim como pelos exercícios no caderno. Você também poderá fazer uma cópia (dica) em seu caderno de estudos, pois o que acabamos de dar a todos os nossos leitores, ainda não se encontra, por escrito, em forma de explicação – APENAS por exercício, como disse – no caderno, no momento.

domingo, 10 de abril de 2011

Português: a linguagem figurada



Neste conteúdo de Português, estamos aprendendo sobre a linguagem figurada. Introduzindo, ela pode existir de diferentes formas:

Ela engoliu o pacote de bolachas!
Aquele jogador de basquete é um gato!

Com estes exemplos, com certeza deve ter ficado claro para muita gente o quanto nós utilizamos a linguagem figurada. Ela funciona como uma substituição de palavras simples.

Ela comeu todo o pacote de bolachas!
Aquele jogador de basquete é um moço muito bonito!

Em vez de utilizarmos essas tais palavras simples, utilizamos a linguagem figurada, que consequentemente deixa o interlocutor mais atento à sua fala. Afinal, você fica mais interessado numa conversa quando que fala que o jogador de basquete “é um gato” e não quando dizem que “é um moço muito bonito”.
• Assim, estamos no momento aprendendo melhor sobre as formas básicas de cada figura de linguagem, assim como quando um texto tem sentido denotativo/conotativo.

→ Sentido denotativo: em uma frase/texto/palavra/ilustração que não requer muita reflexão. Ou seja, é uma palavra utilizada de forma objetiva e clara, que não precisa fazer correlações com o contexto. Por exemplo: É, ele é um gato.
→ Sentido conotativo: o contrário de denotativo. O tal texto não sugere uma palavra com um sentido objetivo, e sim reflexivo, o qual exige uma melhor compreensão do texto, pelo significado estar entre linhas. Como, por exemplo:
Aquele coração era tão duro que parecia estar parado.

• Há também as figuras de linguagem, uma forma de expressão que emprega as palavras em sentido figurado – diferente daquele que, convencionalmente, é empregado.
♫ Metáfora: quando há uma substituição da tal palavra convencional, por uma de sentido figurado. Exemplos:
O garoto é um gato.
Ele tem um estômago de elefante!
♫ Comparação: a figura de linguagem que demonstra uma SEMELHANÇA existente entre dois seres. As características são sempre atribuídas a ambos, por meio de um elemento comparativo expresso: como, tal qual, semelhante a, que nem, entre outros. Exemplos:
O Amor queima como o fogo
O coração era tão duro como estivesse parado.
♫ Metonímia: a figura de linguagem que consiste na substituição de uma palavra por outra, que tem uma relação de interdependência (proximidade, familiaridade). Alguns exemplos (mais no caderno):
Tomei muita Coca-Cola naquele dia (você não toma uma marca, você toma o refrigerante)
Ela engoliu o pacote de bolachas (você não engole o pacote, você come a bolacha)
♫ Antítese: as ideias opostas, contrárias, quanto ao sentido. Por exemplo:
Olhar doente. Cegueira virtual.
"Eu vi a cara da morte, e ela estava viva". (Cazuza)
Ele a amava, ela o odiava.

♫ Paradoxo: em suma, é a figura de linguagem que não faz sentido; quando elementos se fundem e se excluem, apresentando uma afirmação que aparenta não ter lógica.
"Porque o único sentido das coisas
É elas não terem sentido algum" (Fernando Pessoa)
Eu sou um velho moço.

sábado, 19 de março de 2011

Português - revisão e conteúdo novo

Em um post anterior, demos links de algumas postagens antigas de 2010, tratando sobre sujeito e predicado. Anteriormente, aprender sobre isso significava apenas “revisão”. Agora, da revisão desencadearam conteúdos novos (lembrando: você deve estar ciente das classificações dos sujeitos e predicados, que foram aprendidas no ano passado) e com certeza estamos entrando para dias de grande possibilidade de provas.
Voltar a postagens anteriores pode ser uma boa possibilidade de estudar. Agora, revisar a gramática, fazer exercícios frequentemente e compreender o que realmente o conteúdo esta estudando será ainda melhor para você. Lembre-se que o blog deixa exercícios, frequentemente, em postagens, aumentando assim a sua forma de estudar. Não vamos deixar de fazer isso neste post! Iremos, nesta postagem, fazer uma breve revisão e, mais tarde, fazer um resumo dos conteúdos novos, que ainda estão sendo aprendidos neste ano.
REVISÃO
Comecemos por algumas das perguntas frequentes para aqueles que nunca ouviram falar em sujeito e predicado (e, claro, dependendo de cada um é “normal” esquecer as matérias de anos anteriores):
Afinal, o que é sujeito e predicado? Para que serve?
Na morfologia aprendemos sobre substantivos, adjetivos, verbos, pronomes, advérbios, etc. para dar início ao aprendizado da sintaxe. Afinal, é complicado começar um conteúdo novo sem nem saber para que serve um verbo ou substantivo.
Em fim, a sintaxe estuda sobre as orações. Ela serve para dar início a um conhecimento textual maior, visando ensinar sobre como se constrói uma oração e quais são as mais importantes em determinado momento.
Mas, voltando a pergunta principal, ele serve basicamente para isso. No decorrer do seu ano letivo você irá aprender um pouco mais sobre ele. Pois, na verdade, não é necessário saber apenas o simples significado de sujeito ou de predicado. Ainda existem classificações, pesquisas em textos, etc.
Como eu acho o sujeito e como eu acho o predicado?
Você precisa, acima de tudo, encontrar o verbo. Por exemplo, digamos que a oração seja: “Ellen saiu de casa”. Imediatamente, encontramos o verbo “saiu”. Depois iremos questionar ao verbo: quem saiu de casa? E, claro, a resposta será Ellen. E, quando descobre-se o sujeito, fica realmente fácil descobrir o predicado: tudo o que restou da oração. Neste caso, o predicado é “saiu de casa”. E, claro, não esqueça-se que o verbo entra no predicado!
Qual a diferença entre frase e oração?
É uma dúvida frequente. Apesar de para alguns parecer uma dúvida “boba”, eles mesmos não saberão responder.
Inicialmente, é costumeiro dizer que qualquer conjunto de palavras que termina com um ponto final (final, exclamação, interrogação) é uma frase. E é uma forma correta de pensar. Porém, é preciso lembrar que nem toda a frase precisa necessariamente de um verbo. Assim, a frase só procura expressar um aviso. Por exemplo, a frase “perigo!” não tem verbo, porém dá um aviso para aqueles que lerem.

Agora, vamos a um resumo.
As classificações dos sujeitos:
• Sujeito simples: quando uma oração tem um único sujeito, e que está explícito na própria frase. Exemplos:
Ana saiu de casa com seus irmãos.
Para o shopping foi Andrea.
• Sujeito composto: quando uma oração tem dois sujeitos, e que estão explícitos na própria frase. Exemplos:
Gabriel e Joana foram juntos até a papelaria.
Juntas saíram Kamila e Andressa.
• Sujeito oculto: quando uma oração tem um sujeito, mas que não está explícito na frase, e, dessa forma, é necessário descobri-lo pela desinência verbal ou também por ações anteriores.
Fomos juntas até o bosque. (pelo verbo fomos: nós)
Quieta fiquei, durante a prova. (pelo verbo fiquei: eu)
• Sujeito indeterminado: quando, numa oração, nem mesmo pelo verbo é possível saber quem realiza a ação/estado. É indeterminado quando aparece na terceira pessoa do singular com partícula “se” ou apenas no plural.
Precisa-se de ajudante. (sujeito indeterminado: ?)
Andaram juntos até o bosque. (sujeito indeterminado: ?)
• Sujeito inexistente: quando, numa oração, o sujeito não existe. Isso acontece no caso de verbos no sentido de haver (existir) e também em fenômenos da natureza. Observe.
Choveu muito durante a noite.
Havia um homem no banco.

Classificação dos predicados:
• Explicações gerais: em todas as orações existentes, quando o objetivo é classificar o predicado, precisamos encontrar o verbo. É com ele, antes de tudo, que fazemos uma ligação entre qual será o tipo de predicado. Observe:
• Predicado verbal: quando o verbo/locução verbal expressa uma ação do sujeito. O núcleo do predicado verbal é o próprio verbo. Exemplos:
Andaram por entre as árvores.
Andrea e Alice participaram de uma corrida.
• Predicado nominal: quando o verbo expressa um estado do sujeito. O verbo no predicado nominal é considerado um verbo de ligação; ou seja, sua função é ligar o sujeito ao predicado. O núcleo do predicado é o predicativo (explicações sobre o termo mais adiante).
Gabriela estava cansada do trabalho.
Vitor está doente.

CONTEÚDO NOVO: pequena explicação
Depois de sabermos um pouco sobre os conteúdos antigos, veja qual é o mais novo deles:

PREDICADO VERBO-NOMINAL: vimos um pouco sobre os predicados verbais e nominais. Mas quem disse que não é possível, por exemplo, encontrar a seguinte frase: “Ana e Joaquim correram sonolentos”. Podemos saber imediatamente que a palavra “sonolentos” é um adjetivo que refere-se ao sujeito. Porém, o verbo é “correram” e, portanto, há a dúvida entre predicado verbal e nominal. Então existe este terceiro tipo de predicado. Mas, lembre-se: para ser verbo-nominal, o adjetivo DEVE estar no predicado.
O predicado verbo-nominal tem duas regras:
• “Andrea correu sonolenta”.
A primeira é válida para quando o adjetivo liga-se ao sujeito, como podemos ver no exemplo anterior. Observe: Andrea – sonolenta. (predicativo do sujeito)
• “Julieta limpou o chão sujo”
Neste caso, também podemos ver o adjetivo: sujo. Porém, ele não faz ligação ao sujeito, e sim ao “chão”. Assim, temos uma ligação entre o objeto e o adjetivo. Observe: chão – sujo (predicativo do objeto)

  ALGUMAS PALAVRAS: usadas em sujeito e predicado

Núcleo: existe núcleo do predicado e núcleo do sujeito. Todos os predicados e todos os sujeitos possuem núcleo, mas isso depende da sua classificação (no caso do predicado) e portanto isso muda dependendo da oração. De qualquer forma, seja qual ele for, o núcleo serve para expressar qual é a principal palavra (ou então “palavra-chave”) do sujeito/predicado.
Predicativo: o predicativo é a mesma coisa que adjetivo, morfologicamente. Porém, não usamos a palavra “adjetivo” (apenas para facilitar a compreensão de exercícios, textos, resumos, etc) e sim “predicativo”, um termo utilizado para quando o adjetivo encontra-se no predicado (e apenas em sintaxe). Existe predicativo do sujeito e predicativo do objeto (como devem ter visto acima), e estes nomes são utilizados para saber com que palavra o predicado está interligando-se.

Agora, vamos passar para os nossos exercícios.
EXERCÍCIOS
Fizemos dois tipos de exercícios desta vez. O primeiro modelo serve apenas para cópia para o caderno de estudos (as respostas estão logo abaixo, em branco, e portanto você deve passar o mouse, clicando em cima de todo o espaço branco) e o segundo, que é um exercício diferente, serve para impressão (como sempre, basta copiar a imagem e depois colar no Word; o preenchimento dará aproximadamente uma folha).

1. Observe atentamente o texto a seguir.
“- Sim, sim – disse Garb – Como são lindas as estrelas! – e depois voltou seu rosto em direção a Katarinne – Mas não significa que não precisa dormir. Está na hora de descansar. Eu já lhe expliquei como as coisas funcionam aqui pela manhã. E eu mesmo não sei direito quando sairemos daqui. Pode ser que seja amanhã. Ou então daqui a cinco dias. Mas vai ser logo. É melhor aproveitar enquanto tem tempo para descansar. Tem um colchão lá dentro! Há quanto tempo não dorme em um?
- Nem um diazinho – disse ela ironicamente. Estava odiando a conversa.
- Comigo fazem dois meses – disse ele – E essa pode ser a última noite num colchão de verdade.
- Está bem – e levantou-se furiosa.”

a) O trecho “disse ela ironicamente” é considerado um predicado verbo-nominal? Por quê?
b) Observe a oração a seguir (“Eu já lhe expliquei...”). Qual é o sujeito? E o predicado? Classifique-os.
c) “Não sei direito quando sairemos daqui” é que tipo de sujeito?
2. Escreva orações com:
a) Sujeito simples e predicado nominal.
b) Sujeito oculto e predicado verbo-nominal.
c) Sujeito indeterminado.
d) Sujeito composto e predicado verbal.

1.
a) Sim, pois o verbo expressa uma ação e há um predicativo do sujeito.
b) O sujeito é “eu”, e, por estar explícito na oração é um sujeito simples. O predicado é verbal, por ter um verbo que expressa uma ação.
c) Sujeito oculto.
2. (PESSOAL)
As respostas para as questões anteriores estarão disponíveis até os próximos oito dias, em uma outra "folha" sulfite (para quem quiser imprimir).
→ Caso alguém ainda tenha dúvida ou necessite de exercícios ainda mais bem-trabalhados, ou outros resumos, sobre este conteúdo, basta enviar um e-mail (baocontato@hotmail.com) e estaremos enviando uma resposta com as suas dificuldades.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Autor Mensal: Domingos Pellegrini

Já foi datado o dia para a apresentação, seja lá qual forma ela for, para o dia 17/03 (data para a 7ªA). Independente se o seu autor for Domingos e se o dia for 17 de março, é bom já ir lendo.
Hoje já é o dia 27 de fevereiro, ou seja, logo estaremos em março. E se você for contar como os dias passam rápido...
Desta vez, a leitura do autor mensal não será realizada em grupo, e sim individual. Quem deixou para mais tarde e ainda não leu os livros, busque-os entre os colegas. Provavelmente as estantes estarão vazias, como estavam já na semana passada.
Já que foi marcado no dia 15 de fevereiro, muitos já foram buscar seus livros no mesmo dia.
Por enquanto, ninguém sabe como será realizada a apresentação do trabalho. De qualquer forma, como sempre é pedido, é importante ter o resumo do livro no seu caderno.
Portanto, esperaremos até o dia 17 para tirarmos nossas conclusões.

Português: links sobre SeP

Em Português estamos atualmente revendo os conteúdos sobre sujeito e predicado para mais tarde entrarmos com um conteúdo novo, baseados no que estamos revendo no momento.
→ Ou seja, é interessante já estar reaprendendo o conteúdo desde já. Com certeza este seu aprendizado vai ser útil mais tarde. Assim, o Bom Aluno Online preparou uma pequena lista de links, onde contém resumos do ano passado, sobre sujeito e predicado.
Postagem feita com um pequeno resumo sobre o conteúdo B3, do terceiro trimestre, do ano passado. O resumo está em uma imagem, que pode ser rapidamente impressa.
Tudo sobre o núcleo e as classificações sobre sujeito e predicado.
Basicamente, um pouco sobre o conteúdo "novo", logo quando começou o aprendizado.



segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Autor mensal: Resenha amanhã


Amanhã é o dia marcado para iniciar a "confecção" e apresentação do livro do autor mensal. Desta vez, os que escolheram os livros, juntamente com o seu grupo, deverão fazer uma resenha. Para você que não faz a MÍNIMA IDEIA do que isto significa, para que serve, e qual material deve ser levado amanhã, fizemos este post :)
Resumidamente, uma resenha é como uma sinopse, em relação ao resumo.
-
Dica: você pode fazer um resumo individual e expor aos seu grupo, ou então fazer um novo junto com eles. Depois de finalizado, você pode "corta-lo" ao meio e encerrar o resumo da resenha com uma pergunta: E, no final, será que FULANO estará salvo? E será que NÃO SEI QUEM e NÃO SEI QUE LÁ irá conseguir salvá-lo a tempo?
-
Por ser compatível a uma sinopse, assim como ela, o leitor com certeza NÃO PODE saber o final e a conclusão da história. Assim, você poderá utilizar a dica anterior.
Além do resumo principal, sua resenha deverá conter o título do livro, a edição, o autor, o ano, a editora, etc.
Além desta parte simples, nada mais sabemos sobre o que deverá ser feito amanhã. Portanto, não daremos muitas explicações...
-
Dica: consulte mais fontes e informações sobre o assunto, antes de começar a trabalhar com as resenhas. Clique aqui.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

RESUMO: Português - B3

Nós realizamos novamente um resumo com "imagens" que, como já dissemos anteriormente, pode facilitar a impressão (se você desejar imprimir) e também nos auxilia, tendo que escrever pouco em um post só.
O Bom Aluno Online fez o resumo com base no que a professora disse que iria cair: sujeito e predicado, argumentos e debate, em uma avaliação só, que provavelmente valerá pouco (pelo que ela disse);
Porém, avisamos desde já que fizemos apenas sobre o sujeito e o predicado, por falta de tempo de ficar no computador e também pois escolhemos fazer sobre História, que estará no próximo post.
Espero que aproveitem. Dúvidas? Faça um comentário no final do post :*

* Clique na imagem para ampliá-la.


quinta-feira, 21 de outubro de 2010

A prova de Português

Daqui a exatamente sete dias, a prova de Português estará na mão de vocês, e nós do blog estamos avisando para todos os que não ouviram, não prestaram atenção ou estavam ausentes na aula de hoje. Sim, a prova foi marcada, e quinta-feira, dia 28/10, vão ser vocês&aprova, sem nenhuma outra ajuda, que o blog, os professores e seus amigos podem lhe proporcionar.
Está na hora de tirar dúvidas, se atrever a perguntar. Pode enviar qualquer coisa pelos comentários, ou se preferir algo mais reservado e com respostas mais longas e explicadas, mande um e-mail para nós, baocontato@hotmail.com, e vocês imediatamente serão respondidos, e todos que mandaram e-mails sabem que é exatamente isso que acontece: um e-mail do Bom Aluno Online em menos de três dias estará em sua Caixa de Entrada. Mande suas dúvidas, onde sentem dificuldades, ou solicitação de exercícios - que serão enviados pelo Word, em anexo - que também serão enviados.
Aproveite, e pegue seu caderno de estudos para copiar, escrever e responder exercícios que estarão aqui no blog até semana que vem. Para você que vai mal em Português, ou quer permanecer com notas altas, não perca essa oportunidade: mandar e-mails é simples, rápido e fácil.
Para aqueles que não fazem a mínima ideia do conteúdo que está sendo tratado, é melhor ir estudando os tipos de sujeito, que também possuem resumos no blog. Estes posts podem ser facilmente achados na barra lateral, como título: Português I e Português II.
Teremos exercícios disponíveis a partir de amanhã - sexta-feira, dia 22/10.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Sujeito e Predicado - núcleo, e classificações

O conteúdo sobre Sujeito e Predicado já foi estudado anteriormente, porém estamos aprofundando o assunto ainda mais, discutindo sobre núcleo do sujeito e as classificações do sujeito. Confira o resumo completo sobre o assunto:

CLASSIFICAÇÕES DO SUJEITO
O sujeito pode ter várias classificações, e isto depende do predicado - já que é o verbo que refere-se ao sujeito em questão.

SUJEITO SIMPLES
O sujeito simples, só é considerado simples quando possuí um sujeito que pode ser indentificado na própria oração. O sujeito é simples quando tem apenas um núcleo. Exemplos:

"Eu andei até o ônibus"
Sujeito: eu
Predicado: andei até o ônibus
Núcleo (simples): eu

"Nós chegamos em casa"
Sujeito: nós
Predicado: chegamos em casa
Núcleo (simples): nós

SUJEITO COMPOSTO
Quando o sujeito é composto, é identificado na própria oração, mas, diferente do sujeito simples, possuí dois ou mais núcleos. Exemplos:

"Eu e meu amigo andamos até o ônibus"
Sujeito: eu e meu amigo
Predicado: andamos até o ônibus
Núcleo (composto): eu, amigo

"Minha prima e eu chegamos em casa"
Sujeito: minha prima e eu
Predicado: chegamos em casa
Núcleo (composto): prima, eu

SUJEITO OCULTO
Só é considerado sujeito oculto quando o sujeito não está presente na oração. Porém, pode ser facilmente descoberto ao observar a desinência verbal ou uma oração anterior. Apesar de ser descoberto, continua sendo sujeito oculto.

"Andamos até o ônibus"
Sujeito (oculto): nós
Predicado: até o ônibus

"Cheguei em casa"
Sujeito (oculto): eu
Predicado: em casa

SUJEITO INDETERMINADO
Um sujeito só é indeterminado quando infelizmente não pode ser encontrado em orações anteriores - ou quando não tem orações anteriores - ou quando o verbo é da terceira pessoa do plural ou do singular. Nestes casos, são indeterminados, já que não podem ser definidos como: as pessoas, os meninos, todos eles, aqueles garotos, etc.

"Andaram até o ônibus"
Sujeito (indeterminado)
Predicado: até o ônibus

"Chegou em casa"
Sujeito (indeterminado)
Predicado: em casa

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES:
Esperamos que todos tenham entendido o pequeno resumo. Caso alguém sinta interesse em receber exercícios extras e reforaçados de Português, basta enviar um e-mail para baocontato@hotmail.com.
Aceitaremos, também, fazer exercícios para objetivos anteriores (caso alguém tenha ficado em recuperação).
Se não quiser publicar suas dúvidas abertamente, comentando, elas também podem ser esclarecidas por e-mail.
Esperamos contato;

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Sujeito e Predicado - resumo e exercícios

  Sujeito e predicado: o novo conteúdo de Português

Os alunos com certeza já sabem que o conteúdo já começou faz tempo, mas que os autores estão super empolgados para mostrar cada vez mais a importância destes dois termos em uma oração, e novamente dar exercícios para ensinar.
Dessa vez esse post está completo: links rápidos para resumos anteriores em outras postagens, as melhores páginas do livro de Língua Portuguesa (resumos e exercícios) e páginas da gramática.
Então, vamos começar.

   Resumo

Sujeito e predicado é "separar a frase" entre estes dois termos, identificando o verbo e assim a ação. Quando o verbo é identificado, descobrimos logo o sujeito.
Existem orações sem sujeito. Quando isso acontece ou eles estão ocultos (mas podem ser descobertos conforme a pessoa verbal) e existem os 'inexistentes' (quando realmente não tem como identificar) e nesse caso os verbos não indicam ação e sim fenômeno natural (chover, nevar, etc)
Nas orações SEMPRE existirá um verbo. Caso "não tenha" é considerada uma frase.
É importante identificarmos o sujeito e o predicado para entender o que ele/ela fez, ou entender o que aconteceu (a ação = predicado) com mais facilidade.

 Outros lugares de pesquisa
Existem outros lugares para pesquisar o sujeito e o predicado, compreendendo com resumos diferentes. Confira as dicas do Bom Aluno Online.

1ª - Páginas importantes do livro "Ponto de Encontro" (FTD), que falam sobre estes assuntos:
resumo - 159, 153.
exercícios - 160, 161.
saiba mais sobre os sujeitos (e de que forma aparecem) - 156
2ª - Página interessante para ler na gramática ("Gramática, teoria e exercícios" - FTD), e compreender melhor sobre o sujeito e o predicado.
resumo - 238

3º - Datas importantes para revisar no caderno (principalmente 6ªA)
datas - 18/08 (posição do sujeito),03/09 (exercícios de identificação de sujeito e predicado).

  Exercícios

ATIVIDADE EXTRA (PONTO DE ENCONTRO)

Faça um exercício no livro citado, junto com o blog. Aproveite!
Abra na página 133 e grife as tais orações:
* "o arrojado espetáculo acrobático que o pintor de paredes Milton de Aragão programara para o Viaduto do Chá";
* "não foi bem compreendido pelo público e pelas autoridades"
* "se encontrava pendurado por um fio de uma altura de quinze metros"
* "Em vão Milton explicou que não era louco"
* "se especializara na dura profissão de arriscar a pele"

1 - Após as orações terem sido grifadas, as copie no caderno de estudos, e identifique o sujeito e o predicado.

EXERCÍCIOS

1 - Leia o texto a seguir.
            "Não era de se esperar novidade à respeito do assunto. Mesmo assim, imediatamente Peter recebeu um telefonema de seu chefe e pelo que informava em sua voz esganiçada e ao mesmo tempo animada, Smith descobrira o culpado do sequestro.
           - Mas...como? - interrogou incrédulo. - Isso é impossível.
           - Meu trabalho, querido Peter, é descobrir uma resposta para os fatos, e não deixar os clientes de lado, impacientes, recebendo um resultado. Mas fique calmo que eu entendo os seus pensamentos neste momento. Eu simplesmente descobri. Venha o mais rápido possível para o escritório, por favor.
            - Não é necessário pedir mais que isso, autoridade! - brincou Peter, enquanto colocava o casaco e pegava a chave do carro na gaveta. Desligou o telefone e fechou a porta do apartamento. Já estava, apressadamente, no elevador."
      
a) O verbo venha, no texto, se refere a qual sujeito?
b) O trecho "recebeu um telefonema", se refe a qual sujeito?
c) "Eu simplesmente descobri". Identifique o sujeito e o predicado. A quem o pronome pessoal eu se refere?
Mais exercícios em breve. Respostas mais ainda!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Novo autor mensal

Todos os alunos já estão avisados: no fim de setembro se preparem para um "novo autor mensal". Dessa vez o autor é diferente e hoje foi o dia de pepegar o livro na biblioteca.
É melhor é logo se prepararem. A inovação dessa vez foi poder optar pelos participantes do grupo, que podia conter de 3 a 6 pessoas e nada mais que isto.
Precisamos recordar da importância do resumo, que deve estar no caderno a cada livro lido. Dessa vez a data é dia 30/09, último dia de Setembro.



quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Retomando: "Narrativa de Enigma"

"Narrativa de Enigma" é o nosso atual gênero textual, que estamos novamente aprendendo em Língua Portuguesa. Já falamos anteriormente sobre este assunto e além disto, para compreenderem perfeitamente o que é uma narrativa de enigma e também para entreter, fizemos uma, que foi divida em três partes (confira: Parte I, Parte II ,Parte III);
Precisamos lembrar que narrativas de enigma estão relacionadas à um livro cheio de diálogos entre detetives, vítimas, prováveis sequestradores ou assassinos. Também exigem pistas, descobertas, suspense e muitas outras características. Portanto avisamos que livros como Crepúsculo e Harry Potter não tem nada a ver com este estilo, já que tratam de romance e aventura, respectivamente.
Avisamos, também, sobre a tarefa de casa: ler o livro de enigma e fazer um resumo. Nós, autores, falamos que isto é de extrema importância e então não podem conter falta de vontade e sim responsabilidade e pontualidade, isto porque observamos os objetivos de Português e um deles relaciona-se a "resumo".



quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Autor mensal dia 27/08

Amanhã se iniciará a "apresentação" do autor mensal, já que normalmente antes nos preparamos para isto.
Desta vez, pelo o que a professora comunicou deveremos fazer apresentações monstrando a sua interpretação completa da história.
Antes de qualquer coisa, é muito importante que o resumo da leitura integral esteja colado ou feito no seu caderno de Língua Portuguesa.
Lembre-se de marcar os materiais necessários com os colegas do grupo.
Boa sorte!

Português - respostas dos exercícios

Queridos alunos e leitores *-*
No dia de hoje estamos dando as respostas do exercício de Português sobre Sujeito e Predicado, que foi passado ontem à tarde. Confiram a postagem aqui, caso queiram copiar no seu caderno de estudos ou, se preferir, imprimir os exercícios.

Respostas:

1 - Pessoal (caso queira saber se sua resposta está certa, mande um e-mail para isabela.prochmann@yahoo.com.br)
2 - a) Sujeito: A garota | Predicado: se sentou
b) Sujeito: Rodolfo | Predicado: Na hora de dormir, precisava descansar
c) Sujeito: As horas | Predicado: mentiam para Giovana
d) Sujeito: Paola | Predicado: não fazia ideia das mentiras de sua irmã, Pietra.

Caso queiram tirar dúvidas, mandem comentários que podem ser anônimos.


quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Português - resumo&exercícios

Hoje temos o objetivo de trabalhar sobre o conteúdo do 3º trimestre, o SUJEITO e PREDICADO. Está postagem tem um resumo sobre o assunto e dicas de como identificá-lo em uma oração. Além disto, não se esqueçam de conferir os exercícios no fim do post e copiá-los no seu caderno de estudos ou imprimí-los. Respostas em breve.

Sujeito e predicado
Sujeito e predicado são formas de "dividir" uma oração em duas partes: sujeito (a qual localiza-se a pessoa ser ou coisa que fez a ação) e o predicado (a ação que o sujeito fez). É muito importante informar que isto só pode existir em uma ORAÇÃO já que nem sempre frases possuem verbo. Observe a diferença entre oração e frase:
FRASE - a frase normalmente informa sobre algo; pode possuir um verbo ou não.
Ex.: "Perigo" e "Cuidado ao descer da escada"
ORAÇÃO - uma oração só pode ser considerada oração quando possue verbo, conjugados ou não. Caso contrário não é considerada uma oração e sim uma frase.
Ex.:  "Cuidado ao descer da escada"
Agora que sabem a diferença entre frase e oração, vamos continuar o resumo.
Só se pode definir o sujeito e o predicado se você sober atentamente o que é um VERBO - amar, andar, falando, aconteceu, cair, fugir, por, decompor, etc. E só se pode conhecer o sujeito se indentificar o predicado, que é a parte da oração onde têm verbo.
Observe passo a passo como identificar o sujeito e o predicado de cada oração.

1 - Leia a frase do exercício com atenção, para que, na primeira leitura, você logo indentifique o verbo da frase.
"Parecia que de dia a lua era uma mentira"
2 - Grife o verbo para não esquece-lo, já que irá usá-lo no decorrer do exercício.
"Parecia que de dia a lua era uma mentira"
3 - Assim você encontrou a parte essencial do predicado. Mas, para saber perfeitamente todo o predicado você precisa conhecer o sujeito. E agora, basta fazer uma pergunta ao verbo: Quem que "parecia que de dia era uma mentira?",com a resposta em mentes, grife de outra cor o sujeito.
"Parece que de dia a lua era uma mentira"
4 - Já que normalmente o sujeito é acompanhado de um artigo ou pronome (pelo menos na maioria das vezes) é necessário saber que o artigo "a" que antecede a palavra lua, grifada de laranja, também faz parte do sujeito. Agora grife o sujeito e o predicado, com cores diferentes.
"Parece que de dia a lua era uma mentira"
5 - Você finalizou o exercício.


Confira os melhores exerícios para você estudar!

1 - Procure em um livro, revista, ou jornal alguma frase que tenha verbo (ou simplesmente uma oração) e identifique o sujeito e o predicado.
2 - Analise as frases a seguir. Identifique o sujeito e o predicado.
a) A garota se sentou.
b) Na hora de dormir, Rodolfo precisava descansar.
c) As horas mentiam para Giovana.
d) Paola não fazia ideia das mentiras da sua irmã, Pietra.


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