sábado, 16 de abril de 2011

Português: Verbos transitivos e intransitivos

Já estudamos muitas vezes os verbos anteriormente. Nos adequamos à regrinhas para descobrir quem é o sujeito na sintaxe; já trabalhamos o verbo em vários formatos: no pretérito, no futuro, no presente.
Afinal, verbos transitivos e intransitivos, particularmente, ainda não foram estudados. E, portanto, qual a significância de isso tudo? Realmente, isso faz alguma diferença? Para que ele serve? Como irei utilizá-lo em Língua Portuguesa?
As respostas para tais perguntas poderão ser encontradas no resumo a seguir.

VERBOS INTRANSITIVOS
Os verbos intransitivos, dentre outras formas para caracterizá-lo, pode ser considerado o verbo mais “simples” que podemos encontrar. Em relação às regras, é aquele que não precisa, necessariamente, de complemento – mas não significa que você não possa colocá-lo – e, então, alguns exemplos:


Com os exemplos acima, podemos melhor observar e interpretar o significado em relação à Língua Portuguesa, que atualmente estamos aprendendo.
O verbo dormir e deitar, por si só, já possuem concordância com o texto; não há falta de coerência, pois podemos, mesmo sem complemento, interpretá-los.

VERBOS TRANSITIVOS
O contrário de verbos intransitivos: precisam, necessariamente, de um complemento, para fazerem sentido completo – portanto, DEVEM ter complemento.
Observe o exemplo abaixo:
A garota sorriu. Enviou.
Se não soubermos basicamente ou contexto, e mesmo em relação à oração, não entendemos perfeitamente o que a garota “enviou”. Afinal, ela pode ter enviado uma carta, um livro, um bilhete, um e-mail, entre outros, e portanto, é necessário saber o quê exatamente, foi enviado.
A garota sorriu. Enviou o presente.
Se estiver na oração o exemplo acima, apenas, significará um verbo transitivo direto, pois não precisa de uma preposição (o complemento da oração “Enviou o presente” é “o presente”).
Podemos melhor avaliá-la, e sabemos que falta algo: já entendemos que ela enviou o presente, mas ainda não sabemos para quem ela enviou.
Assim:
A garota sorriu. Enviou o presente para amiga.
Agora, em fim, encontramos o sentido completo na oração. Se o complemento utilizado fosse APENAS “para amiga”, teríamos um verbo transitivo indireto, por precisar de uma preposição*. Porém, como o caso é outro – leiam atentamente os parágrafos de explicação, para quem não entendeu -, pois precisamos de dois complementos, para melhor entender o contexto no qual o verbo foi empregado. Observe a imagem para melhor compreender:



*Como vocês puderam observar, para saber perfeitamente este conteúdo, você precisa saber as preposições. Afinal, quando não se sabe, como saber se é verbo intransitivo direto ou indireto? Pensando que, provavelmente os estudantes não se lembrariam neste conteúdo já aprendido em si, formulamos uma pequena tabela, para facilitar a sua aprendizagem:



Fizemos esquemas e explicações em imagens, não apenas para facilitar sua leitura. Se quiser, basta imprimi-lo, copiando e colando no Word. É uma forma básica de estudo, e mais uma forma aprimorar este conhecimento específico de Português. Porém, novamente dizemos que o blog não apresenta o conteúdo específico. Ele está presente, claro, mas em uma forma mais clara, mais direta e mais objetiva – portanto, mais resumida – e assim salientamos a importância de estudar, não apenas pelo blog, mas também pelo livro (p. 60 – 65) assim como pelos exercícios no caderno. Você também poderá fazer uma cópia (dica) em seu caderno de estudos, pois o que acabamos de dar a todos os nossos leitores, ainda não se encontra, por escrito, em forma de explicação – APENAS por exercício, como disse – no caderno, no momento.

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