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quarta-feira, 4 de março de 2015

Como eu escolho meu curso?


Se você é do tipo indeciso e está em dúvida em qual área ou curso seguir, esse post pode ser a solução. Confira alguns passos e dicas para ficar menos perdido:


  • Saiba a sua área
Antes de mais nada, saber qual é a sua área é essencial, pois a sim a quantidade de cursos se restringe. O fato de ter menos opção de escolha pode facilitar. Para saber qual a área que você tem mais interesse, a principal dica é saber as suas matérias preferidas ou aquelas que você possui mais aptidão. Sendo assim, se você gosta bastante de biologia, é provável que você siga para Biológicas. Se você prefere matemática ou física, pode seguir para Exatas. Se preferir história ou geografia, por exemplo, pode ter mais chances de ir para Humanas. 
  • Imagine-se no futuro
Os seus gostos, não apenas nas matérias de sala de aula, podem influenciar no seu futuro, tanto na faculdade quanto na vida profissional. Caso você já tenha uma noção dos cursos que você pretende seguir, pesquise e descubra onde você pode atuar. Algumas profissões, por exemplo, possuem mais horas extras e períodos de férias do que outras. Se imaginar no futuro, como profissional, ajuda a fazê-lo pensar se o seu interesse era apenas no curso e suas matérias ou na profissão em si. 

  • Pesquise mais sobre os cursos
Isso foi dito no tópico anterior, mas com ênfase agora. Sites como o Guia do Estudante disponibilizam um pequeno resumo de cada curso, informando ainda sobre o mercado de trabalho, testes, duração de cursos, além de uma lista das melhores faculdades. Pesquise também na faculdade que você pretende cursar, dando atenção à estrutura curricular (que pode vir a ser diferente de uma faculdade para outra). Além de sites, existem diversos "catálogos" que faculdades disponibilizam.

  • Converse com conhecidos
Converse com amigos e familiares que estão fazendo faculdade, já se formaram ou agora trabalham com a sua possível futura profissão. Assim, você descobre, a partir da opinião deles, se você tem afinidade com o curso ou não. Se possível, fale também com um profissional que permita que você passe, por exemplo, um dia na empresa dele, para que você conheça melhor a profissão.

  • Fale com professores
Se você não conhece ninguém que fez o curso que você pretende fazer ou se quer saber a opinião do maior número de pessoas possível, conversar com o professor pode ser uma saída. Ele pode te dar um parâmetro de como funciona o curso, dizer se você vai usar muito a matéria x e assim por diante. 

  • Faça testes online
Alguns sites disponibilizam testes vocacionais, como é o caso do Mundo Vestibular, composto por 17 questões. O resultado do teste surge a partir das respostas para diversas perguntas, mesmo cotidianas, as quais indicarão as suas personalidades e, assim, as suas profissões. 

  • Signos
Se você estiver mesmo desesperado ou tem a intenção de conhecer muitas profissões, você pode descobrir suas aptidões através de signos. No Guia da Semana, está disponível uma pequena lista com as profissões de cada signo, baseadas na personalidade de cada pessoa. Lembre-se que essa é apenas uma outra forma de conhecer profissões. Testes e signos podem estar errados: o que mais vale é a sua escolha!

  • Faça aulas "experimentais"
Algumas faculdades permitem que você faça uma aula experimental do curso pretendido. Para descobrir se a faculdade permite ou não, basta enviar um email para mesma. Essa é uma forma de fazer um teste antes de entrar no curso, para que assim você tenha mais certeza e diminua as chances de querer abandonar o curso antes de concluí-lo. 

  • Outras observações
Lembre-se: quem vai passar quatro ou cinco anos na faculdade é você, e por causa disso você deve fazer o que gosta! Se os seus pais querem que você siga um caminho muito diferente, por exemplo, tente conversar com eles. Além disso, é legal que você dê mais importância ao curso que gosta do que aquele que dá dinheiro; busque um trabalho que concilie os seus gostos com um bom salário. Como muitos dizem, não adianta fazer um curso só pelo status ou pelo dinheiro. Alcançar o sucesso nessas situações costuma ser mais difícil, uma vez que grande parte dos profissionais fez o que gosta e, por causa disso, pode ter um desempenho maior que o seu.

Mas, para escolher o curso e chegar na faculdade, é preciso ralar bastante. Para isso, tenha muito estudo e muito foco! Não esqueça de acompanhar o blog e segui-lo na página do Face para receber em primeira mão os links das postagens e ficar sabendo das novidades.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

15 dicas para volta às aulas

As férias estão chegando ao fim, as aulas estão voltando e novas expectativas e metas surgem. Mas... como estudar? Como manter as notas altas e não ficar de recuperação? E como passar no vestibular? Pensando nessas e em outras perguntas, confira uma série de dicas de estudo que serão muito úteis para você nesse ano letivo.





1. Estabeleça sua meta
Se você pretende passar de ano sem recuperação ou passar em alguma faculdade pública, estabeleça uma meta e permaneça focado nela.

2. Seja organizado
Mantenha sempre seus materiais e seu ambiente de estudos em ordem.

3. Crie um cronograma de estudos
Faça as tarefas e estude todas as matérias que você teve no colégio naquele dia. É preciso, porém, haver pausas no cronograma: é correto pausar 10 minutos a cada 50 minutos de estudo. Além disso, há quem diga que o estudo diário não deve ultrapassar de 5 horas; isso porque o cérebro fica "sobrecarregado" e, depois desse período aquilo que for estudado será perdido. Lembre-se de dormir por cerca de 8 horas por noite e nunca usar a madrugada para estudar.

4. Estude a matéria mais trabalhosa primeiro
A matéria que for mais trabalhosa ou simplesmente aquela que você tem mais dificuldade deve ser estudada antes das outras. Isso porque, além de você começar estudando aquilo que tem mais necessidade com o cérebro fresco e recém-descansado, você acabará exercitando mais o cérebro.

5. Intercale as matérias
Considerada a melhor técnica de estudos segundo a Psychological Science in the Public Interest, estudar uma matéria dividida em pequenos períodos ao longo do dia é mais eficaz do que estudar a mesma por várias horas seguidas. Dessa forma você terá contato com o conteúdo em diferentes horas do dia, facilitando a memorização.

6. Reserve um tempo para fazer exercícios
Por mais que você não tenha tempo de estudar naquele dia, faça exercícios e tarefas de casa para não deixar o conteúdo atrasado. Busque também outros exercícios na internet, seja de vestibulares antigos ou de páginas que são próprias para isso.

7. Cuidado ao grifar 
Grifar textos a fim de dar uma resumida no conteúdo pode não ser sempre uma boa ideia. Use os marca textos quando você sabe qual é a parte principal do conteúdo. Saiba também que grifar não serve como uma técnica de memorização. 

8. Busque outras formas de estudo
Se você não se contenta com o que é mostrado em sala de aula ou não está entendendo o conteúdo, busque na internet exercícios, resumos e vídeo aulas.

9. Anote
Quando estiver estudando, mantenha um caderno de anotações ou uma folha por perto e anote todas as dúvidas que surgirem, a fim de perguntar ao seu professor na próxima aula.

10. Converse com alguém que já fez vestibular
Se você quer descobrir como passar no vestibular, nada melhor do que perguntar àquela pessoa que já tentou/passou em alguma faculdade. Assim, você poderá conhecer dicas diferentes e ter uma noção do que você deve ou não fazer durante esse ano.

11. Cada um tem sua forma de estudo
Lembre-se que: não é porque seu colega estuda de uma forma e isso funciona para ele que, consequentemente, funcionará para você também. Existem àqueles que fazem mapas conceituais ou resumos e outros que conseguem ir super bem nas provas só por prestar atenção na aula. O certo é conhecer a sua maneira mais eficaz de memorizar e aprender e usá-la durante esse ano.

12. Tenha um espaço de estudos
Deixe um ambiente separado para estudar. Ele deve ser claro, arejado e silencioso. Desligue todos os aparelhos eletrônicos e tire de perto tudo aquilo que te distraí. Se possível, opte por um lugar próximo a uma janela ou use uma luminária. Ao longo do ano, você pode adicionar post-its com macetes e fórmulas na parede.

13. Treine sua redação
Para os vestibulares e o ENEM, uma redação de qualidade pode ser o diferencial daquele que passou no curso desejado. Por isso, reserve um tempo na sua semana para treinar. Se necessário, faça aulas de redação.

14. Lanches
Lembre-se de comer de 3 em 3 horas e de ter um garrafinha de água sempre em mãos.

15. Reserve seu tempo para o lazer
Não deixe de fazer atividades de lazer. Reserve um tempo para assistir sua série favorita, sair com os amigos ou ir ao cinema, pelo menos no final de semana. Lembre-se também de não deixar de fazer exercícios físicos!

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Volta do blog e dicas para as férias!

A volta do blog


Resolvi voltar definitivamente com o blog e agora que sou praticamente uma vestibulanda, vou postar mais posts com esse foco, mas com dicas e resumos, assim como antes (coisa que vieram me pedir já faz um bom tempo...)
Vocês podem opinar e dar sugestões no que querem ver aqui, por meio do email do BAO (baocontato@homtmail.com), comentários e também pela página do Facebook que eu criei recentemente (e por falar nisso, curtam a página para que vocês confiram sempre as novidades do blog).

Dicas para as férias


As tão esperadas férias de verão chegaram. Momento de comemorar Natal e Ano Novo, viajar, sair muito e recuperar as energias. Acho que a principal dica é aproveitar as férias ao máximo, optando por programas que você não vai ter chance de fazer durante o ano letivo. Seja isso uma viagem com os amigos ou terminar a sua série preferida, veja as suas prioridades e não perca tempo em fazê-las.
Eu entrei em outros blogs e sites e me inspirei neles fazendo uma lista com várias coisas que podem ser feitas nas férias, mesmo as mais clichês.

Divirta-se
  1. Viaje com seus amigos
  2. Assista todos os filmes de seu ator/diretor (a) favorito
  3. Termine ou comece uma nova série
  4. Cozinhe
  5. Ou aprenda a cozinhar algo que você não sabia
  6. Faça um amigo ou inimigo secreto entre os amigos
  7. Vá ao cinema
  8. Vá ao parque
  9. Leia um livro
  10. Aproveite a piscina
  11. Faça novos amigos
  12. Durma muito
  13. Conheça novas bandas e cantores
  14. Escute seu álbum favorito, sem fazer mais nada
  15. Vá para um parque de diversões
  16. Comece um projeto verão
  17. Melhore sua alimentação
  18. Ou coma muita besteira 
  19. Veja um filme com seus amigos (+pizza +pipoca)
  20. Mate saudades de alguém que você não via há muito tempo
Planeje 2015


Além da parte da diversão, as férias são também um momento de planejamento e de fazer promessas que surgem no Ano Novo. É a sua chance de jogar muitos cadernos e provas fora, doar aquilo que você não usa mais e (quem sabe?) mudar um pouco seu quarto, colocando porta-retratos e pesquisando inspirações pela internet ou simplesmente mudar seus móveis de lugar.
Para um vestibulando, esse é também o momento de preparar sua rotina e organizar o espaço onde você irá estudar; se você ainda tem dúvidas sobre seu curso, você pode pesquisar as disciplinas daqueles que você tem em mente, bem como a taxa de corte aproximada da faculdade que você pretende cursar. E, se você tiver o empenho suficiente, ler parte dos livros que são geralmente cobrados na prova de literatura. 
Não deixe de acompanhar o blog para conseguir mais dicas e resumos!

sábado, 26 de maio de 2012

Dicas para o 2º trimestre

O primeiro trimestre funcionou como desejava? Sem recuperação alguma ou poucos objetivos? Muitas dificuldades? Houve devida organização?
A base para um novo começo, seja de um novo ano, de um novo mês, trimestre ou semestre, é sempre reavaliar suas atitudes. Quando são reavaliadas, fica perceptível seu erro, de forma que você então saberá o que modificar para que só haja melhoras.
Neste caso, em particular (um novo trimestre), dê uma olhada em algumas perguntas simples. Lembre-se de respondê-las com sinceridade, e depois leia a dica correspondente a sua resposta. 

Em quantos objetivos você ficou de recuperação?

Ficar em recuperação significa que algo está errado: a sua forma de estudo, sua atenção, sua base de estudos, entre outros. Assim, é preciso haver uma avaliação pessoal, o que com certeza dependerá do número de objetivos que você ficou. Observe as dicas/informações para cada um:

Nenhum
Parabéns! Mas não ter ficado em nenhum não significa que não exista nada para uma revisão ou melhora em seu hábito de estudos. Às vezes o professor pode ter dado mais alguns décimos para atingir a média 7,0. Esta nota no boletim pode ter sido por causa da falta de estudo, preguiça, dificuldade em determinada matéria e uma série de outras possibilidades. 
1-3 objetivos
Ficar de 1 até 3 objetivos é aceitável. Afinal, as provas de recuperação acabam ficando próximas, ou até mesmo no mesmo dia, de uma avaliação de outra matéria do 2º trimestre! Para recuperá-las é necessário esforço. Você precisará agora organizar seu tempo, ver se houve grande dificuldade ou se ficou de recuperação por bobeira.
4-6 objetivos
Entre 4 a 6 objetivos é mais difícil de se recuperar. Apenas mais difícil, não impossível. Será necessário, nas próximas semanas, bastante empenho. Isso significa: correr atrás de formas de estudo. Depois disto, você deverá estudar adequadamente.
7-10 objetivos
Será difícil recuperar este número de objetivos. Vale lembrar que as datas das provas de recuperação são sempre próximas das provas do trimestre em questão. Isto significa que você terá de se empenhar tanto no 1º trimestre, tanto no 2º! Para não haver confusão, que tal fazer um caderno de estudos, ou simplesmente várias folhas com resumos e exercícios do 1º trimestre? Lembre-se sempre o que é o do primeiro tri e o que é do segundo. 
mais de 10 objetivos
Ficar em 10 objetivos ou mais exigirá, basicamente, o máximo de empenho possível para estudar. Afinal, somando os objetivos do 2º trimestre + os de sua recuperação resultará em um número superior a 25! Isto significa que serão 25 objetivos para estudar desta vez, não mais 17. Confira, ainda nesta postagem, dicas simples para quem ficou de recuperação (onde estudar, que materiais utilizar, etc).

Caso tenha ficado em algum, foi por quê?


Dificuldade
A dificuldade é um dos mais difíceis de ser "concertado". Porém, não confunda dificuldade com quaisquer outros motivos! Quando se é dificuldade, você não consegue ir bem nas provas (não porque não estudou, mas sim porque não entende), entender o conteúdo com facilidade, fazer os exercícios da tarefa de casa, etc.
Preguiça
Quando há a preguiça obrigatoriamente existe falta de estudo. É costume deixar tudo para mais tarde, para outra hora e para outro dia; porém, ao fim, não há estudo algum e pouca realização de tarefas. A preguiça, portanto, faz com que haja um atrapalho no rendimento do estudo. Para rebatê-la é necessário empenho, lembrar-se que é preciso estudar, fazer tarefas de casa e trabalho, fazendo o máximo possível para que a matéria seja realmente compreendida.
Falta de estudo/atenção
Qual é o problema da falta de estudo? Ou existe preguiça, ou "não há tempo". Se for a primeira opção, leia "Preguiça", acima. Caso seja a segunda, lembre-se que sempre há tempo, você só não está o administrando da forma correta. A falta de atenção, por outro lado, pode depender para cada um. Isto porque, enquanto um indivíduo tem falta de atenção por causa das conversas, outro tem por causa de sua borracha. Para isto, tanto na hora de estudar em sua casa, tanto na sala de aula, deixe longe objetos que te distraem. Mantenha o ambiente de estudos sempre organizado, longe de barulhos, computador, televisão, celular, etc.

Você possui dificuldade em quantas matérias?

É normal sentir dificuldade dentre 1 a 4 matérias. Se for mais do que isto, é porque provavelmente você ou não está estudando, ou está estudando pelo método incorreto. Ainda existe outro motivo: você não possui dificuldade na matéria, e sim no conteúdo daquele trimestre. Se for este o caso, acontece que provavelmente você obteve falta de atenção, de estudo, faltou algumas aulas ou teve preguiça de fazer as tarefas ou estudar. Você possui dificuldade, mas, afinal, qual é o motivo?

Qual foi a frequência de seu estudo?

Todos os dias (de 1 à 2 horas)
Estudar todos os dias é uma meta complicada. Afinal, há dias em que existe um acúmulo de lições, outro em que é mais importante fazer um esporte ou assistir aquele filme na televisão do que estudar. É ainda mais difícil estudar entre 1 à 2 horas por dia! (Afinal, se você estuda 1 hora por dia todos os dias, inclusive domingos e feriados, terá um total de 30 à 31 horas todo mês! Se forem 2 horas, todos os dias do mês, terá um resultado de 60 à 62 horas!) Apesar de ser difícil, é necessário. Parabéns a você que conseguiu!                                                                                                       Pelo menos duas vezes por semana                                            Estudar duas vezes por semana não é a frequência adequada. Apesar disto, já é um começo. Essas duas vezes por semana já podem ser de grande ajuda. Mas lembre-se: matéria dada, matéria estudada. Se você estudar todos os dias a matéria dada em sala de aula, não será necessário estudar diariamente mais de 2 horas. É necessário, além disso, deixar um tempo superior para as matérias ou conteúdos que você não entende ou que possui maior dificuldade.

Não estudei
A falta de estudo pode ser um dos principais motivos por você ter ficado de recuperação. Se não foi o caso, vale lembrar que todas as pessoas possuem métodos de estudo diferente: umas precisam ficar 2 horas estudando, outras só fazendo resumo, outras só falando, etc. "Estudar" prestando apenas atenção na aula pode ser um método que dá resultado agora, mas pode ser inadequado nos próximos anos. Se estudar com frequência já for uma rotina, as notas atingidas serão superiores as de antes; você não terá tanta dificuldade para estudar para simulados, provas e vestibulares futuros. Estudar pode ser chato, cansativo, e além disso é muito mais tentador dormir, ficar no computador ou no vídeo game o dia inteiro. Apesar disto, estudar é necessário. Comece estudando uma vez por semana; depois, duas; mais tarde, três, e assim sucessivamente. Fazer do estudo um método com certeza evitará recuperações.

Houve algum tipo de esforço?

Quando se diz esforço, significa: mesmo possuindo dificuldade, você fez o máximo para estudar? Fez as mais diferentes pesquisas, em diversas fontes, para haver mais uma forma de estudar? Houve capricho? Suas atividades foram feitas sempre que solicitado? Você fez, além das tarefas de casa, atividades que o professor não passou, mas que condiziam com o conteúdo? Fez resumos? Refez tarefas, provas, exercícios? Preparou um caderno de estudos? Estudou com grande frequência?
Se a maior parte das respostas foi "não" é porque alguma coisa está errada. Você está deixando o esforço de lado. Por exemplo: "bem, já sei que sou mal em História, não estou entendendo nada do conteúdo, e então não fará diferença se eu estudar ou não para a prova", o que é um típico pensamento, mas bem errado. Caso haja esforço, haverá sucesso: você conseguirá passar naquela matéria com uma nota mais alta, ou simplesmente não ficar de recuperação. Se não houve esforço, faça o possível para que ele esteja presente nos trimestres seguintes!


+Dicas

Lembre que a página "Dicas" está ainda disponível, com dicas úteis para todo o ano letivo.

  • Se você ficou em muitos objetivos, é porque: 
  1. Ou você não estudou
  2. Ou seu método de estudo não está correto
Como já foi lido nesta mesma postagem, todos possuem métodos de estudo diferentes. Portanto, só porque um método funciona para seu amigo ou colega, não significa que ele irá funcionar para você também. Como escolher seu método de estudo? Observe como você consegue decorar o conteúdo: através da leitura, ouvindo ou escrevendo. A partir disto, vá em frente: se for leitura, organize as mais diferentes fontes de estudo e as leia; se for ouvindo, preste atenção na aula e leia em voz alta; se for escrevendo, faça resumos e também post-its para colá-los em volta da sua escrivaninha, em seu armário, etc.

  • Com tal resumo e explicações com dicas e questões reflexivas, você deve ter reparado aonde errou e quais são as suas dificuldades. A partir disso, agora você poderá mudar seus métodos e sua rotina, para conseguir ir ainda melhor no próximo trimestre.
  • Não se esqueça de como é uma boa ideia fazer sua média em cada trimestre!
  1. Some todos as suas notas, de todos os objetivos/matérias (suponhamos que seja 600)
  2. Veja quantas objetivos/matérias são (suponhamos que seja 10)
  3. Depois disso, divida sua nota pelo número de objetivos/matérias (o resultado, ou seja, sua média final, será portanto 60)
Fazendo a sua média, você poderá analisar em qual trimestre seu desempenho foi maior, assim como fazer comparações: houve melhoras ou pioras? 

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

"Dicas!"

A prometida página "dicas" agora está disponível :)

Como citado no blog anteriormente (Precisa de outras dicas? Em breve será criada uma página chamada dicas, próximo de'Home' e 'Contato' aonde será possível durante vários dias do ano letivo reforçar a ideia da necessidade de estudar, lendo as tais dicas. Atualmente a página está sendo organizada. Será postada logo na primeira semana de aulas), na postagem Dicas para o ano letivo, a página "dicas" agora está disponível. Nesta postagem será explicado para que a tal página serve, com alguns detalhes a respeito.
Para conferi-la agora, clique aqui.

Sempre pensando em dar mais dicas e comentários aos leitores, não apenas através de resumos a respeito dos conteúdos, com a página Dicas será possível conferir ainda mais dicas, que não eram postadas no blog com grande frequência, apenas principalmente durante o período de provas e antes das férias. Agora será diferente. As dicas continuarão a aparecer pelas postagens, mas aonde mais aparecerão será nesta página dedicada a elas. São dicas aleatórias, como já pode ser visto se ler o primeiro parágrafo da página, que oferece um pequeno resumo a respeito. Atualmente, estão disponíveis 10 dicas. Elas são colocadas sempre em tópicos, e há sempre um subtítulo, que funciona para resumir o que será visto em tal tópico. Desta forma, é possível selecionar os que te interessa ou não.
Ela ficará disponível ao lado das outras páginas:


Basta você clicar em Dicas para ser direcionado a página. E é só clicar em Home para voltar a página inicial. 

Observação importante! Acima, é possível visualizar "Número de dicas:" e "Página última vez atualizada no dia:" e dessa forma os leitores também conseguem se situar, observando se houve atualização ou não, e se mais dicas foram ali colocadas.



quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

O que escolher?

Caderno individual, fichário ou caderno universitário?
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No meio de tantas opções (individual, universitário, fichário), marcas e modelos, pode ficar complicado decidir por uma única opção. Analise os prós e contras de cada um.

Caderno individual
O caderno individual pode ser uma boa opção, considerando que todas as matérias muito provavelmente ocuparão o espaço de 96 folhas ou menos (raramente é necessário comprar outro). Porém, estes cadernos ocupam muito espaço - tanto na mochila, tanto nas prateleiras. E é importante fiscalizar o número de matérias de seu colégio, para assim simular, mais ou menos, o número de cadernos que irão na mochila e o número de cadernos que irão ficar na prateleira. 
Fichário
O fichário é uma ótima opção, considerando que, em relação ao caderno individual, ocupa bem menos espaço na mochila, e menos peso também; a maioria dos professores deixa que você tire as folhas a cada trimestre/bimestre. Apesar disto, a forma de organização em "fichas" pode não ser boa para todo mundo. Sem cuidado, sendo que as folhas são muito frágeis, é muito simples "arrancar" algumas páginas.
Caderno Universitário
O caderno universitário pode ser uma boa pois, assim como o fichário, ocupa menos espaço na mala. Apesar disto, em relação ao fichário é mais pesado. Outro motivo ruim é que, dependendo de quantas folhas você deixa por matéria, é bastante possível que o caderno acabe logo, e tenha que então comprar um individual. Por este motivo e bom também simular (conversando com o(a) professor(a)) quantas páginas utilizará em cada matéria. Também é uma opção bacana utilizar um caderno individual apenas para Português, uma das matérias que mais utiliza folhas.

2012! Dicas para o ano letivo.




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E 2012 já está aí...
Nova série, novos conteúdos, novas conquistas.

E 2011 já passou. Muito rapidamente, por sinal. Os votos de prosperidade e mudanças já foram realizados horas e minutos antes de 2012 começar. Porém, é bastante provável que muito pouco tenha sido realizado, considerando que nós, acima de tudo, somos os responsáveis para tornar os nossos sonhos realidade - e deixamos tudo para mais tarde, preguiçosamente. 
Agora, 2012, nova série, novos conteúdos. E quem não estudou tanto, precisa de mais esforço. Quem não ligava para as notas baixas, agora precisa ligar. Quem ficou de recuperação, agora precisa fazer o máximo para não ficar.
No mais, o certo é dar uma olhada em tudo que fez, e deveria te der feito no ano passado, para assim conseguir aprender com os próprios erros, e dar a volta por cima neste novo ano. Confira passos simples, abaixo:

Este, na realidade, é um ótimo princípio: faça a sua média trimestral e anual. É interessante fazer isso, logo no final do ano, para ver se, no geral, a sua nota foi boa ou não, acima da média ou não. Desta forma, é bastante fácil perceber em que trimestre/bimestre você mais se dedica aos estudos, ou que, pelo menos, mais se esforça e consegue tirar notas mais aceitáveis. Observe como fazer:
  • você vai precisar do seu boletim e um lugar aonde anotar notas e médias;
  • primeiro, você vai pegar o primeiro trimestre/bimestre e somar todas as notas ali existentes.
  • anote o número que deu
  • depois, você vai contar no próprio boletim, quantas notas, ao total, foram dadas. Por exemplo: Ciências+História+.... = 9 notas. Isso pode depender do trimestre/semestre
  • então, basta dividir o número resultado pelo o número de notas no boletim.
  • o resultado, será a sua média bimestral/trimestral
  • anote mais uma vez o resultado
  • você vai repetir o processo nos próximos bimestres/trimestres
Assim, você chegou a sua média. Normalmente, é bom avalia-a como "boa" ou como "ruim", lembrando-se da média do colégio. Por exemplo, se você tirou 8,6 de média, e a média do colégio é 6,0, consequentemente você está com uma ótima nota. 
Agora, para saber a sua média anual, basta somar estes 3/4 números, e dividir pelo número de médias. Assim, você terá a sua média anual, e poderá mais uma vez comparar com a média do colégio.
Neste momento, você consegue perceber em que trimestre ou semestre você precisará, neste ano, se concentrar mais nos estudos. E quando tornar isto um hábito (fazer essas médias) poderá fazer sempre comparações entre os dois ou três últimos anos, percebendo então se o esforço e o estudo aumentou ou diminuiu.
Se quiser, é possível também fazer médias por matéria. Sabendo assim, por exemplo, qual foi a sua média anual em Português ou Matemática, e portanto fazendo comparações entre todas as matérias, vendo, não apenas na prática, mas também através de números, qual matéria você literalmente possui mais dificuldade.

E, depois de ter feito as médias, você precisa sentar-se e lembrar-se de todas as dificuldades. Afinal, você teve dificuldade em Português, por exemplo, em todos os trimestres/bimestres ou em apenas um? Você ficou de recuperação em Matemática em todos os trimestres/bimestres ou em apenas um? 
Desta forma, é bem possível avaliar se você tem dificuldade, unicamente, em determinado conteúdo da matéria ou a matéria no geral.
Agora, pense em todas as matérias.
Você teve dificuldade nelas em todo o trimestre/bimestre?
Se a sua resposta foi afirmativa para uma delas, seja ela qual for, é provável que você literalmente tenha dificuldade na matéria, e não em determinado conteúdo por ela imposto.
Isso significa, por exemplo, que você não tem dificuldade em fazer cálculos com x, mas tudo o que envolve Matemática no geral. 
O motivo para isso acontecer? Existem vários. Observe se você se identifica com algum ou mais do que um:
1. Professor: é aceitável que nenhum professor agrada a todos. Um aluno pode adorar ter aulas com ele, enquanto outro pode detestar o seu ensino. E quando você coloca isso nos pensamentos (isso = aquele professor é péssimo, péssimo, não vou aprender nada com ele, nunca, porque ele é péssimo), você acaba que não consegue realmente aprender com ele. Tudo bem, você pode ODIAR o seu professor, mas faça o máximo de esforço para aprender o mínimo que seja com ele.
2. Provas: às vezes, é normal que em parte os alunos não gostem da forma que é dada as provas por determinado professor. O que geralmente contribui para que parte dos alunos não goste dele. Porém, "não consigo ir bem nas provas dele porque ele dá a prova de tal jeito, porque eu estudo muito" pode ser no fundo apenas uma desculpa. Pense: você já disse isso? E você foi realmente sincero quando disse isso? Geralmente, é normal se ouvir isso, sendo que é apenas uma desculpa para dizer que estudou o suficiente, mesmo estando apavorado por não saber o conteúdo adequadamente.
3. Conteúdo: tudo bem, pode ser que você não saiba algum conteúdo. Vamos ser realistas, e coloco aqui um exemplo bastante simples: se uma criança não aprendeu adequadamente a soma, será impossível ela aprender a divisão. Dessa forma, pode ser provável que você não tenha prestado atenção em aulas anteriores, e não consiga fazer determinado cálculo porque não aprendeu o suficiente. Portanto, é perceptível o quanto é importante prestar atenção nas aulas e se dedicar aos estudos, desde o começo. Se não, mais tarde é bem possível que tudo se "embaralhe" e você não consiga responder tal exercício porque não aprendeu outros conteúdos antes.
4. Falta de atenção: a falta de atenção, com certeza, pode ser um dos principais motivos que isso (o fato de ir mal nas matérias em todo o trimestre/bimestre) seja tão frequente. Você realmente presta atenção nas aulas, faz anotações? Se a resposta for negativa, é complicado você se dar bem na matéria. Não impossível, mas complicado, considerando que a primeira explicação da matéria (a explicação do professor) é o mais importante para você seguir adiante, aprender o conteúdo pela primeira vez para conseguir fazer exercícios, e ter uma base para estudar em casa.

E então, se você se identificou com algum destes, faça o possível para que em 2012 seus hábitos mudem, e para a melhor. Procure esquecer que não gosta de determinado professor, apenas ouça o conteúdo. Ele dá uma prova diferente? Se esforce ao máximo para aprender de uma forma diferente, de forma que você consiga ir melhor nessas novas provas. Você não está conseguindo ir bem em algum conteúdo? Peça ajuda, consulte diferentes meios de estudos (livros, internet, televisão), e lembre-se que não fizer isto agora, é bem provável que tudo se embaralhe depois, e seja complicado você partir de algum princípio para estudar. Você tem dificuldade para prestar atenção? Se concentre. Por mais complicado que seja, não converse com quem está por perto. Se quiser, peça para ficar longe de amigos (tudo bem, mas pense que você está tentando fazer o melhor para você! Vocês terão várias horas, contabilizando os minutos de intervalo entre as aulas e o recreio, para conversar durante este ano). Tire os materiais que fazem você se distrair de perto. Durma mais durante a noite.


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Outra dica bastante importante é manter o material escolar desde o princípio. Isso significa: cuidar dele do primeiro dia de aula ao último. Isso poderá, ao mínimo, aumentar a sua vontade de estudar, observando que o seu material permanece limpo e intacto de sujeira e rabiscos.
Precisa de outras dicas? Em breve será criada uma página chamada dicas, próximo de 'Home' e 'Contato' aonde será possível durante vários dias do ano letivo reforçar a ideia da necessidade de estudar, lendo as tais dicas. Atualmente a página está sendo organizada. Será postada logo na primeira semana de aulas.

domingo, 16 de outubro de 2011

Últimas chances para estudar

Faltam menos de trinta dias letivos para acabar as aulas, 
e agora surgem as últimas oportunidades 
para passar de ano sem precisar ficar mais tempo na recuperação de dezembro.
Palácio Invernal
Considerando que temos menos de trinta dias, se quisermos realmente fazer modificações nos nossos estudos, precisamos nos apressar. Este tempo curto pode significar que várias provas estão à caminho (precisamos nos lembrar que a maior parte das provas acaba acontecendo na última semana de aulas), mas mesmo assim ainda temos chance de recuperar nossas más notas.
Para a grande maioria, isso pode ser bastante difícil. Neste último trimestre/bimestre, o cansaço está acumulado, e poucos ainda estudam, dando devida preferência à diversão e lazer. E então, surgem as perguntas: o que fazer? Como estudar?
Acima de tudo, é necessário selecionar as principais matérias que mais se tem dificuldade. Ao mesmo tempo, é algo totalmente necessário prestar atenção nas aulas antes de rever os conteúdos ao estudar. 
Nas "regras básicas", também, constam determinar um horário para o estudo. Aconselha-se que este horário seja logo depois das tarefas de casa. Outro método que pode ser eficiente, é estudar um pouco antes de dormir, pois, segundo estudos que já foram realizados, isso faz com que se memorize facilmente o conteúdo. 
Sobretudo, precisamos dizer a nós mesmos que vai valer muito mais perder este tempo agora, do que voltar às aulas sendo que você deveria de estar de férias, e acumular alguns conteúdos - um pouco clichê, sim, mas é preciso avaliar isto repetidas vezes, e sempre quando não estiver com vontade de estudar e você precisar.
Se você prestar bastante atenção nos conteúdos dados em sala de aula, e em algumas falas de seus professores, você possivelmente poderá "adivinhar" quando irá acontecer a próxima prova. Claro que você nem sempre saberá o dia com exatidão, mas poderá saber em que semana a avaliação será realizada.
Nas provas, exija de si mesmo extrema concentração, pois sem ela é muito fácil errar por motivos bobos. Sempre leia e releia o enunciado, e analise se a pergunta condiz com a sua resposta. Faça o possível para demostrar que sabe e que estudou em todas as suas respostas.
Quer "decorar" o conteúdo? Antes de tudo lembre-se, que ao aprender fica praticamente impossível não decorar - o que quero dizer é que aprender é importante, realmente importante antes de realizar qualquer prova. Mesmo assim, faça vários resumos sobre o assunto e pesquise o conteúdo em diferentes fontes (sites, anotações em seu caderno, pesquisas, e diferentes livros).




segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Escrevendo um livro...




...Em um curto espaço de tempo
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As ideias para os livros dos grupos já foram desenvolvidas, em sua maior parte, e agora as grupos terão de terminar o livro e entregá-lo até o final de setembro. Ou seja, apenas mais duas semanas.
E então, fica a pergunta: como escrever um bom livro em um curto espaço de tempo?

Para escrever um livro é necessário, sobretudo, de atenção. Normalmente, é possível visualizar muitos erros quando você não escreve adequadamente, e estes erros poderão ser evitados. Erros ortográficos e de pontuação, poderão ser facilmente arrumados depois da correção da professora, mas, por outro lado, o grupo irá usufruir de um maior espaço de tempo. Por isso, em suma, evite essas pequenas falhas.
Pior do que erros ortográficos ou de acentuação, são os erros de concordância. E isso ocorre, principalmente, quando há falta de atenção. Além disso, a repetição de palavras - por exemplo: Era um dia ensolarado no dia 15 de setembro. No dia 15 de setembro, duas meninas passeavam pela cidade ensolarada. Às 4 da tarde do dia 15 de setembro, encontraram suas amigas que vestiam roupas curtas por causa do dia ensolarado - é obviamente causada por falta de atenção. Ou então isso normalmente acontece quando o autor pretende enrolar o texto mais não consegue. Agora:



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            dicas para os grupos
1º - Em vista que temos apenas duas semanas, discutam com os respectivos grupos quantos capítulos, aproximadamente, haverão para construção da história. Assim isso facilita os próximos a escreverem os capítulos. Além disso, lembrem-se que cada um precisará escrever, ao mínimo, um capítulo, pois essa será a forma de avaliação principal do objetivo D3 (o livro).
2º - Se pretendem fazer dentre 15 ou 20 capítulos, ou se estão realmente atrasados na escrita, é bom se adiantar. Por exemplo, em uma semana, 3 participantes escreverão os capítulos 4, 5 e 6, e na outra os capítulos 8, 9, 10.
3º - Caso nem isso ser algo suficiente, é aconselhável que se marque um dia onde o grupo desenvolva os capítulos.
4º - Lembramos que, além da escrita, são necessárias também as ilustrações, as quais serão escaneadas nas próximas aulas.


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           desenvolvimento nos encontros


1º - Como fazer com que os encontros rendam? Todos do grupo precisam, de certa forma, colaborar. Enquanto três, por exemplo, podem estar desenvolvendo o capítulo 4, outros dois já podem fazer o capítulo 5, e o restante pode estar discutindo outros pontos que ainda não foram definidos.
2º - Em resumo, dividam as tarefas, proponham e argumentem as suas ideias.



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           escrevendo um livro em grupo...

1º - Diferentemente de escrever um livro sozinho, escrever um livro em grupo pode levar mais tempo e ser mais complexo. Isso porque as ideias devem ser definidas em grupo, discutidas, levantadas. E é por esse motivo que escrever um livro em grupo é mais complicado: não são todas as suas ideias que serão aceitas.
2º - Depois de tantos encontros e conversas, a maior parte do livro já foi definida. E isso significa que, dentre todos os conflitos, deve haver um principal. E também, dentre os muitos temas, deve haver um principal. Assim, com o tema/conflito "anotados" é mais provável que os grupos não se desviem da história por completo.
3º - Dependendo de seu gênero textual, é claro que não poderão ser acrescentados todos os objetos, personalidades e diálogos como gostariam. No caso de ficção-científica, é possível abusar. Porém, é necessário lembrar que a ficção-científica surge de uma hipótese científica, ou seja, algo que, para alguns cientistas, fará parte do desenvolvimento humano nos próximos anos/séculos. Já em aventura, a imaginação é mais limitada; assim, não é possível haver ficção demais: carros muito desenvolvidos, cidades, estados, países, e até mesmo planetas não existentes, por exemplo. Lembrem-se de revisar se tudo o que foi escrito, de alguma forma seria possível para um personagem real - uma forma simples de saber se a escrita está indo para o caminho certo.
4º - Utilize palavras complexas, e varie entre diálogos e a narração em si - apenas diálogo, ou apenas narração não torna o texto algo "legal" de ser lido. Faça com que os personagens realizem viagens, passeios; ou então que ocorrão mortes, ameaças de assassinato, etc. É possível perceber que, cada livro em si possui uma forma diferente de contar a história. E, além disso, é notável também que alguns autores conseguem fazer com que você não pare de ler. Baseie-se nisso também para a construção da história.



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           eu quero enrolar

1º - Não é legal para o leitor ler um livro de poucas páginas pelo fato de não haver detalhes suficientes. Formas fáceis de "enrolar", podem ser:
  •  acrescente detalhes suficientes  - detalhes sobre as vestimentas, a expressão facial, os lugares onde os personagens se encontram, etc. Lembre-se que o leitor não tem a mesma perspectiva do autor, que sabe realmente mais sobre a história; faça o possível para que ele entenda com facilidade. Detalhes demais também, devem ser banidos quando o caso é causar mistério: deixar o diálogo misterioso ou poupar detalhes de quem está realizando um diálogo podem ser formas simples de prender o leitor.
  • desenvolva mais capítulos - outra opção pode ser, basicamente, desenvolver mais capítulos. E isso não significa apenas "aumentar" a história. Isso pode significar também capítulos em lugares diferentes, ou então duas visões diferentes narrando a história - por exemplo, de um lado o vilão em primeira pessoa e do outro o mocinho. Um exemplo disso pode ser em Amanhecer, aonde os capítulos se dividem entre Bella e Jacob. É uma forma legal de mostrar ao leitor o sentimento de cada personagem, os dois lados de cada um.
  • faça mais diálogos - Fazer mais diálogos pode ser uma forma bastante simples de adicionar mais páginas ao seu livro. E isso também pode facilitar a compreensão do leitor. Porém, diálogos demais, sem poucas explicações nem sempre são algo bacana (como explicado acima); mas pode também ser um recurso utilizado para causar mistério.

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           como causar mistério

1º - O mistério é algo essencial ao desenvolver um livro. O suspense faz com que o leitor permaneça lendo, ou que ele apenas goste suficientemente do livro para terminá-lo. Um livro que é enrolado apenas pelo fato de ter muitas páginas, contendo poucos detalhes e muitos diálogos, por exemplo, nem sempre é um bom livro. O leitor gosta que algo aconteça, e fazer com que muitos conflitos se desenvolvam frequentemente é importante.
2º - Mistérios demais, também, tornam um livro "um saco". Enquanto o leitor espera apenas para resolução de um problema, acontecem sempre mais e mais sem que o primeiro seja resolvido. Além disso deixar absolutamente tudo para ser solucionado apenas no final não é uma boa forma de prender o leitor. Alguns, por um lado, poderão gostar, mas também há controvérsias.
3º - Assim, sem ter mistérios abundantemente ou poucos demais, deixe no meio termo. Mistérios podem ser: diálogos sem muitos detalhes (sobre um objeto/pessoa, mas que falam a respeito; por exemplo: - e então, encontrou o que eu lhe pedi? - sim, foi posto no lugar exato onde o senhor mandou. - bom trabalho, bom trabalho...); mudanças de lado de personagens, etc.
4º - Faça com que o leitor veja a verdade apenas pelo lado do personagem principal. Isso acontece em grande parte dos livros, o qual, mesmo quando ele está errado, ele convence propriamente os leitores de que ele está certo. E essa pequena confusão de fatos, aonde podem acontecer explicações abruptadas, o leitor fica encabulado e continuará, provavelmente, a ler o livro em questão.

Lembramos que os livros poderão ser lidos publicamente - de uma forma que ainda não foi discutida. Faça com que o seu livro torne-se uma boa produção, apresentando todos os detalhes necessários, sem deixar o livro cheeeeeio de detalhes ou resumido demais. Tomem sempre cuidado para que não fujam do objetivo principal e das "regras" para os determinados gêneros textuais.


                                     

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Algumas mudanças no terceiro trimestre


O segundo trimestre encrerrou-se há duas semanas, e agora nós estamos literamente no terceiro trimestre. É bom lembrar que em algumas matérias o conteúdo novo já começou (como no caso de Ciências). Temos mais três meses de aula, os quais serão repletos de provas: as provas de recuperação do primeiro trimestre e do segundo trimestre (assim como algumas do teceiro) acontecerão todas juntas ainda em Setembro.
Se formos calcular, aproximadamente, teremos mais do que 20 provas apenas neste último trimestre, que conta com o objetivo D3 em Português, sobre a produção do livro - salientamos também que, se o livro não for bem escrito e não possuir uma nota superior a 7,0, é claro, o grupo fica em recuperação; isso significa que o livro inteiro será escrito em apenas uma semana - e objetivo C3 em Ciências. Em ciências teremos conteúdos mais parelelos, não como fora no segundo tri, como um complemento. Teremos o sistema cardiovascular - A3 | sistema respiratório - B3 | sistema reprodutor - C3. Por este motivo, só em ciências, teremos seis provas.
Em História teremos o objetivo B3, e houveram algumas mudanças na forma de compor a nota. A3 - Relação entre revolução industrial e impérios colonias | B3 - processo de independência no Brasil. Além dessas matérias, Geografia também terá o objetivo B3. A3 - países emergentes | B3 - países desenvolvidos. O lado bom de tudo isso é que Matemática não terá mais objetivo C3. Em Matemática teremos: A3 - fatoração, simplificação, etc | B3 - polígonos. Num total, neste trimestre teremos 20 objetivos, 4 a mais do que no primeiro trimestre. Assim chamamos atenção a importância do estudo, de estar fazendo exercícios de revisão regularmente e com um bom tempo de estudo. Afinal, temos mais chance de ficar de recuperação neste último trimestre do que nos dois últimos. O Bom Aluno Online voltará a postar alguns conteúdos ainda nessa semana. @bomalunoonline @belaprochmann


sábado, 16 de julho de 2011

Quer voltar com tudo?


Tudo bem que sempre há alguns deslizes, mas não é nada bom ficar de recuperação em muitos objetivos. Pelo contrário, é um estudo redobrado, já que você terá que rever tudo mais uma vez, além do mais utilizando o tempo de férias ou fazendo uma grande confusão com os conteúdos que você está aprendendo. Enfim, confira agora algumas dicas simples, para que todos façam o possível para ir melhor no conteúdo.

Acho que esse é o primeiro ponto, e com certeza o mais prático, de se iniciar o nosso "quer voltar com tudo". Afinal, você não vai conseguir atingir o seu máximo se não houver estudo. Alguns dizem que basta estudar com tudo que é visto em sala de aula, e bom para aqueles que precisam apenas escutar o que o professor diz que imediatamente tudo estará memorizado. Mesmo assim, os seus conteúdos que apresentam mais nível de dificuldade (na maioria das vezes Português e Matemática), você, claro, deverá dar devida atenção aos tais. Prestou bem atenção na pergunta anterior? Pois, como dissemos, este é o princípio de tudo para ser melhor entendido seus métodos.




Se nada mais está funcionando - notas baixas demais, sendo que a resposta para a primeira pergunta foi sim - é conclusivo então que o seu método não é o correto para você. Sublinhamos a palavra anterior porque  era necessário: não significa que, pelo simples fato dos outros estudarem lendo, por exemplo, e isso der certo para eles, isso dará certo para você.  Então, o óbvio é reavaliar seus métodos, inicialmente, ou pelo menos neste tópico. Enfim, é necessário lembrar também que não vai adiantar ler em todos as matérias. Português e Matemática, principalmente, precisarão de mais prática: desenvolver novamente os exercícios, rever o conteúdo aprendido em sala, voltar em conteúdos antigos (algo que pode ser uma grande consideração). Está sem ideias? Você pode ler, escrever, formular gráficos, refazer exercícios, criar atividades, desenvolver "avaliações" para si mesmo (sim, é um exercício, mas daqueles que é "proibido" utilizar os seus materiais), mapas concentuais, entre outros.

Sim: você realmente presta atenção nas aulas? Você está "interessado" por mais que seja difícil em aprender? Então reveja a sua atenção. Pode-se dizer que é muito fácil se distrair: sono, cansaço, fome, a conversa com o amigo, ou até mesmo uma borracha. Como é um pouco difícil realmente saber como anda a sua atenção, formulamos um teste. Anote suas respostas, e depois confira: qual o seu nível de atenção (e as dicas).

1. O professor está explicando um conteúdo novo, chato, que você realmente não está entendendo. Então:
a) Você tenta prestar ao máximo a atenção no que ele está explicando.
b) Você até tenta prestar atenção, mas então começa a conversar com o colega.
c) Você nem sabe o que ele está explicando, e muito menos que tudo aquilo estava chato (desde o início já estava desenhando algo no caderno, e mandando bilhetes para o amigo do outro lado da sala).
d) Você nem estava interessado, nem sabe porque está vindo à escola, e já começa a pensar em como estava com sono - e acaba caindo nos livros.

2. Quando o professor faz alguma pergunta à você, de repente, como é a sua resposta?
a) "Ah, é.... (e dá a resposta que ele pediu, ou o que entendeu)"
b) "Eu não entendi direito"
c) "O quê?"
d) O professor nunca pergunta nada mesmo.

3. Quando tem uma prova marcada você:
a) Sempre sabe e avisa seus amigos
b) Às veze sabe.
c) Quase nunca sabe.
d) Nunca sabe, e tá nem aí pra isso.

4. Na hora de estudar seu maior problema é:
a) A falta de tempo/ de vontade.
b) O sono/ a fome
c) A televisão/ computador ou qualquer outro material.
d) Nunca estudo mesmo!

5. Seja sincero: qual a frequência do seu estudo?
a) Quase todos os dias.
b) Quando eu tenho tempo livre.
c) Só quando eu estou com vontade.
d) Eu nunca estudo.

6. Na hora de você estudar: é meio complicado prestar atenção nos livros, porque você está cansado e é bem melhor passar seu tempo livre na Internet ou assistindo televisão. Com que frequência isso acontece?
a) Poucas vezes.
b) Às vezes.
c) Na maioria das vezes/ quase sempre.
d) Sempre, se é que eu estudo.

Respostas:
MAIS A: FALTA DE ATENÇÃO BAIXA
Você estuda com grande frequência, e felizmente, você está adequado ao "nível" de atenção. É claro que ocorrerão, e é provável que sejam muitas vezes, que você tenha aquela conhecida falta de vontade nos estudos, e isso não pode ser considerado como algo "errado". É normal. É aconselhável que você estude nos momentos que permanecer mais ativo. Quando isso acontecer, já que no caso "mais A" não é exatamente sempre, estude em outro momento do dia. Sua atenção em sala de aula está ótima.
MAIS B: FALTA DE ATENÇÃO FRACA
Você não pertence à falta de atenção "baixa" pelo fato de acontecer com mais frequência aquela sua falta de atenção. O cansaço pode gerá-la, o que não é realmente um "nível" elevado. A falta de atenção fraca não o impede de prestar atenção em sala de aula. Esqueça-se do colega por um momento, principalmente no caso de apresentação de novo conteúdo. Tome mais cuidado ao estudar em casa: há materiais que o distraem? Quais são eles? Procure manter distância do computador e da televisão.
MAIS C: FALTA DE ATENÇÃO ALTA
É bem difícil prestar atenção no professor quando tem um assunto para conversar com os colegas? Quando o assunto está chato há aquele distanciamento, e mesmo você mal percebe o que está fazendo? Pois então, essa é a falta de atenção alta. As suas notas podem estar baixas por este motivo. Prestar atenção em correções e explicações é algo extremamente essencial. Portanto, faça o possível para concentrar-se. Se não houver a concentração necessária, é claro, você continuará a conversar com seus colegas, ficar desenhando em seu caderno ou então brincando com sua borracha. Você precisa dizer para si mesmo que essa é uma medida "complicada", mas que você conseguirá.
Em casa, procure encontrar o horário ideal para o estudo, e simplesmente force-se na hora de estudar, diga a si mesmo que não saíra do escritório, do quarto ou da sala até terminar de estudar determinado conteúdo.
MAIS D: NÃO CONFUNDA
É possível que você tenha pensado, enquanto rolava o mouse que você com certeza seria o pior de todos, não? Aquele que com certeza teria a pior falta de atenção de todas, não é mesmo? Bem, digamos que a sua falta de atenção possa ser média, mas o que falta em você é disposição. Você está afundado em notas baixas, não liga pra mais nada, e mal sabe o que está acontecendo. Talvez pelo simples fato de você não querer. Suas respostas dizem isso: eu não estudo nunca, não sei nada das avaliações nem o que estou aprendendo. Algo errado, com certeza. Mas o que é essa disposição? No fundo, você precisa estudar, acima de qualquer outra coisa, por mais que você não queira. Você vai então facilmente conseguir notas cada vez mais aceitáveis, e ir melhorando cada vez mais. Busque um bom método de estudo e se esforce: não apenas para estudar, mas sim para não ficar ainda mais tempo, trabalhar dobrado, ficar de recuperação;

E então, sigam as dicas acima, dependendo de sua distração, objetivamente. Porém, no geral, é claro que devemos de dizer algo: se esforce, se concentre. É altamente indispensável prestar atenção nos seus estudos, porque seria basicamente como se não estivesse estudando. Além disso, o princípio de tudo são as primeiras explicações dadas em sala de aula.


Você estuda com grande frequência? Muitas vezes pode acontecer de, claro, não haver um estudo diário, mas é necessária uma frequência, como se estivesse sendo seguido um cronograma. Além disso, muitos compromissos podem surgir, mas mesmo assim é possível saber, aproximadamente o seu horário de estudo de Matemática, Ciências ou História, em cada semana. E isso é algo que cada um de nós precisa ter. Você já possui seu método, já sabe como melhorar sua atenção e agora basta apenas estudar.



É necessário lembrar também que, obviamente, todos nós precisamos de um tempo livre, de um descanço. Lembrem-se sempre de mesclar estudo com a sua diversão no dia-a-dia (um passeio?, ir ao computador?, viagens?). Talvez mal seja um aviso, porque afinal todos a buscam principalmente, antes mesmo do estudo. Mesclar: trazer os dois, conviver livremente com ambos. Quando você conseguir adequar o estudo no seu tempo diário, quando você começar a estudar seriamente, tomar medidas de diversos aspectos para conseguir, cada vez mais, um bom tempo de estudo, isso poderá se tornar normal. E, então, não haverão os possíveis problemas de cada dia. Tudo vai estar adequado, e você terá notas melhores. Talvez seja o príncipio básico.
Não se esqueçam, quando voltarem às aulas, que as férias já acabaram - infelizmente ou não - e então você vai ter que voltar a tomar medidas, trazer novos métodos de estudos à sua rotina, enfim, voltar a ter aquele ano letivo costumeiro de antes, não apenas com a diversão e o descanço em primeiro lugar.

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