sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

HISTÓRIA: revolução francesa

Estamos atualmente aprendendo um pouco mais sobre a revolução francesa, a qual também seguiu as ideias iluministas, estudas no primeiro trimestre (se ainda tiver suas dúvidas sobre este conteúdo, ou quiser complementá-lo, o Bom Aluno Online fez alguns posts sobre o assunto, anteriormente). O conteúdo deve-se ao desenvolvimento de uma grande revolta que aconteceu na França.

A REVOLUÇÃO FRANCESA
        Luís XVI era o rei da época, o qual, como já vimos, tinha apenas dezesseis anos quando casou-se com Maria Antonieta, de quatorze. O que se desenvolveu a partir daí é normal para o período absolutista: o povo em si vivendo em escasses e pouco dinheiro, enquanto apenas a nobreza tinha tantos privilégios. Tudo estava dividido em três estados: clero, nobreza e o  restante  da população (os conhecidos como sans-culottes e os burgueses, que tinham dinheiro, mas não participação política). Luís, acreditando que deveria de tomar providências por estar no poder, criou novas regras, que a população em si não gostou - o preço de alimentos, inclusive o pão, estava absurdamente caro -; foi isso, a fome e o início de uma grande inflação, que fez o rei tomar devidas providências sobre o assunto.
           Convocou então representantes dos três estados, achando que poderia facilmente concertar o assunto. Resolveu então dar um voto para cada estado. Se você for observar, é claro que o terceiro estado estava em desvantagem: a nobreza e o clero poderiam combinar em si um voto, já por serem tão íntimas,  e consequentemente foi má aceito pelos representantes, que queriam um voto por cabeça.
            Com esses motivos, e ainda assim com o pedido totalmente recusado, o terceiro estado não aceitou. Se reuniram, logo depois do ocorrido, e combinaram que estariam sempre unidos, até formarem uma Constituição, o que com certeza foi um grande marco para a História.
            E a partir daí o terceiro estado passou a tomar novas medidas para serem aderidas por todo o restante da população - observando que a maior parte dos participantes eram burgueses - e criou-se então a Assembleia Constituinte. Aos poucos, passaram a deixar o povo se rebelar contra o governo, assim como acabaram com a servidão em feudos. Mais tarde, então, conseguiram ainda mais poder: dividiram os três poderes, transformaram o Antigo Regime em uma democracia, aprovaram o voto censitário (apenas os mais ricos votavam) e entre outros aspectos.
           Totalmente insatisfeito com as novas regras propostas, assim como a perda de grande parte do seu poder, Luís XVI fugiu, mas foi logo levado novamente a Paris.
Representação
gráfica da conhecida
guilhotina, o que matou
mais de 40 mil pessoas.
            Apesar de todas as medidas adotadas, assim como a anulação do Antigo Regime, parte da população ainda permanecia revoltada: alguns, pobres, que mal tinham participação política; e outros, ainda, que aprovavam o governo de Luís XVI. E, além disso, a Assembleia passou a executar todos os inimigos da nova revolução, o que totalizou mais tarde em aproximadamente 40 mil pessoas mortas na guilhotina (decapitação), assim como a morte do próprio Luís e antigo rei, no qual acabou sendo chamado de o Terror. Algo que com certeza causaria uma revolta ainda maior, e o que fez com que a França se dividisse.  




* Essa postagem será atualizada enquanto os conteúdos forem acrescentados.


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